Eu continuo sem conseguir ter uma conversa de FATO com o Dr.Jens
Mas acho que isso não demora acontecer...
Já que as coisas tendem a mudar depois das...
Comparações dessa madrugada...
Eu estava cochilando e quando acordei e avistei o Sr.Castelli - sim, ele ainda existe. - Parado diante do quarto da mamãe...
Então eu olhei ao redor em busca do Benjamin...
E o encontrei sem nenhuma dificuldade...
Ele estava acordado, próximo ao elevador de conversinha com o Padrezito.
Nem parecia que existia um conflito de interesse entre os dois. 8-)
E pra evitar que o conflito fosse revivido, eu decidi que não convinha me aproximar...
Acabei me juntando ao Sr.Castelli...
Já faz um bom tempo que não o vejo e francamente nem esperava que ele aparecesse por essas bandas...
Aliás, me estranha muito que meu pai ainda não tenha aparecido também. 8-)
O que importa é que quando cheguei lá, eu percebi o que ele observava tão extasiado.
Não era a minha mãe desacordada, emergida no fundo da tristeza que a consumia.
Ele observava a minha mãe "adormecida" sendo guardada pelo seu mais novo anjo da guarda
Sim! O Fransk estava lá com a mamãe...
Em plena madrugada... Com o relógio apontando às 2 a.m. e ele estava lá.
Sentado na poltrona ao lado...
Entre o acordado e desperto...
Conferindo o pulso dela de tempo em tempo.
Tão concentrado no que fazia que sequer dava-se conta da nossa presença.
- Isso me lembra os velhos tempos - a voz do Padrezito cortou o silêncio - Não acha Castelli!?
Eu encarei o Sr.Castelli que continuou olhando pra dentro do quarto.
- A mesma vigília... É como... - ele parou pra respirar.
- Como se pudessemos voltar no tempo - o Padrezito completou - Como se o rival que nunca vencemos estivesse de volta, na forma desse Doutorzinho. - ele concluiu com um riso preso.
- Não há nada que aproxime o Dr.Jens do meu padrinho - eu me meti na conversa.
- Não! Não há... - o Sr.Castelli concordou - Mas nos entenderia se tivesse visto sua mãe e seu padrinho quando ele esteve perto de morrer. - ele afirmou.
- Ou depois que você nasceu - o Padrezito complementou.
- Se os tivesse visto 25 anos antes entenderia o que eu digo - o Sr. Castelli garantiu.
Então eu achei que não fazia sentido continuar lá, questionando o que havia de comum naquela cena com um passado tão distante.
- O que vocês tanto cochicham?! - o Benjamin indagou, abandonando o jornal na mesa.
- Sobre o Fransk e mamãe... Sobre o Papa - eu comecei a contar confusa - Eu não entendi direito - eu conclui.
- O doutorzinho é!? - ele indagou com aquele ar amargurado.
- Ele não está aqui por mim Benjamin. - eu afirmei - Está por causa dela, eu tenho certeza disso. - eu garanti.
- E você confia nisso...
- Sim!
- Confia nele cuidando da sua mãe? - ele perguntou levantando.
- Sim!
- Então vem comigo pra casa... Só hoje! - ele pediu - Sua mãe está em boas mãos, mas você... Está cansada Pearl! - ele afirmou - Vamos pra casa e me deixe cuidar de você. - ele pediu novamente.
Eu não consegui dizer: SIM!
- Por favor... - ele pediu me estendendo a mão.
Eu não consegui dizer, NÃO!
Então nós fomos pra casinha de vime...
Eu chorei por muito muito tempo...
Pensando nas possibilidades de mamãe não sair dessa.
Pensando na falta de informações que tenho tido devido ao ciúme absurdo do Benjamin.
E embora fosse necessário não houve uma D.R. entre nós
O Benjamin só me consolou e prometeu ser mais complacente quanto em relação ao Fransk.
Ele ainda está aqui no hospital...
Mas agora não está sentado do outro lado da sala com uma revistinha de sudoku.
Ele passa a maior parte do tempo do meu lado e tem se esforçado pra esconder esse ciúme idiota que ele continua tendo.
Acho que não vou conseguir tirar essa convicção dele, de que o Doutor quer me reconquistar.
Mas contanto que ele se porte tem todo direito de pensar o que for.
Não há nada entre ue e Fransk...
Nunca vai voltar a ter...
E o Benjamin cedo ou tarde vai se dar conta disso...
Sei que vai!
Mas acho que isso não demora acontecer...
Já que as coisas tendem a mudar depois das...
Comparações dessa madrugada...
Eu estava cochilando e quando acordei e avistei o Sr.Castelli - sim, ele ainda existe. - Parado diante do quarto da mamãe...
Então eu olhei ao redor em busca do Benjamin...
E o encontrei sem nenhuma dificuldade...
Ele estava acordado, próximo ao elevador de conversinha com o Padrezito.
Nem parecia que existia um conflito de interesse entre os dois. 8-)
E pra evitar que o conflito fosse revivido, eu decidi que não convinha me aproximar...
Acabei me juntando ao Sr.Castelli...
Já faz um bom tempo que não o vejo e francamente nem esperava que ele aparecesse por essas bandas...
Aliás, me estranha muito que meu pai ainda não tenha aparecido também. 8-)
O que importa é que quando cheguei lá, eu percebi o que ele observava tão extasiado.
Não era a minha mãe desacordada, emergida no fundo da tristeza que a consumia.
Ele observava a minha mãe "adormecida" sendo guardada pelo seu mais novo anjo da guarda
Sim! O Fransk estava lá com a mamãe...
Em plena madrugada... Com o relógio apontando às 2 a.m. e ele estava lá.
Sentado na poltrona ao lado...
Entre o acordado e desperto...
Conferindo o pulso dela de tempo em tempo.
Tão concentrado no que fazia que sequer dava-se conta da nossa presença.
- Isso me lembra os velhos tempos - a voz do Padrezito cortou o silêncio - Não acha Castelli!?
Eu encarei o Sr.Castelli que continuou olhando pra dentro do quarto.
- A mesma vigília... É como... - ele parou pra respirar.
- Como se pudessemos voltar no tempo - o Padrezito completou - Como se o rival que nunca vencemos estivesse de volta, na forma desse Doutorzinho. - ele concluiu com um riso preso.
- Não há nada que aproxime o Dr.Jens do meu padrinho - eu me meti na conversa.
- Não! Não há... - o Sr.Castelli concordou - Mas nos entenderia se tivesse visto sua mãe e seu padrinho quando ele esteve perto de morrer. - ele afirmou.
- Ou depois que você nasceu - o Padrezito complementou.
- Se os tivesse visto 25 anos antes entenderia o que eu digo - o Sr. Castelli garantiu.
Então eu achei que não fazia sentido continuar lá, questionando o que havia de comum naquela cena com um passado tão distante.
- O que vocês tanto cochicham?! - o Benjamin indagou, abandonando o jornal na mesa.
- Sobre o Fransk e mamãe... Sobre o Papa - eu comecei a contar confusa - Eu não entendi direito - eu conclui.
- O doutorzinho é!? - ele indagou com aquele ar amargurado.
- Ele não está aqui por mim Benjamin. - eu afirmei - Está por causa dela, eu tenho certeza disso. - eu garanti.
- E você confia nisso...
- Sim!
- Confia nele cuidando da sua mãe? - ele perguntou levantando.
- Sim!
- Então vem comigo pra casa... Só hoje! - ele pediu - Sua mãe está em boas mãos, mas você... Está cansada Pearl! - ele afirmou - Vamos pra casa e me deixe cuidar de você. - ele pediu novamente.
Eu não consegui dizer: SIM!
- Por favor... - ele pediu me estendendo a mão.
Eu não consegui dizer, NÃO!
Então nós fomos pra casinha de vime...
Eu chorei por muito muito tempo...
Pensando nas possibilidades de mamãe não sair dessa.
Pensando na falta de informações que tenho tido devido ao ciúme absurdo do Benjamin.
E embora fosse necessário não houve uma D.R. entre nós
O Benjamin só me consolou e prometeu ser mais complacente quanto em relação ao Fransk.
Ele ainda está aqui no hospital...
Mas agora não está sentado do outro lado da sala com uma revistinha de sudoku.
Ele passa a maior parte do tempo do meu lado e tem se esforçado pra esconder esse ciúme idiota que ele continua tendo.
Acho que não vou conseguir tirar essa convicção dele, de que o Doutor quer me reconquistar.
Mas contanto que ele se porte tem todo direito de pensar o que for.
Não há nada entre ue e Fransk...
Nunca vai voltar a ter...
E o Benjamin cedo ou tarde vai se dar conta disso...
Sei que vai!
3 comentários:
agora q o Sr Castelli pareceu, sua mae pode morrer ^^
eu ainda acho que sua mãe e o sr. Castelli devem voltar
Fiu muito fofo essa voltar no tempo com eles!! e ainda bem que o Benji se tocou neh??
bjos
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