Não preciso dizer que to master felizinha né!?
Afinal, enfim aconteceu...
O que eu tanto queria...
Como eu sou a única familiar da mamãe - uma vez que ela se diforciou e o filho-fake dela não pode pisar aqui...Eu todos os dias movia ela da cama (só não quando via o Fransk fazendo) pra evitar que ela ficasse com aquelas feridas da Hillary Swank em Menina de Ouro.
Então nessa última terça - ontem :) - eu tava fazendo isso, quando eu tive impressão de ouvir ela sussurrar alguma coisa...
Então eu parei o que tava fazendo... Porque faz pouco tempo que quase a perdi depois de um desses sussurros... Mas como tudo continuou igual eu continuei...
Eu tava toda concentrada quando tomei um susto que quase me matou do coração - e isso nem é difícil de acontecer ._.
Eu tava ajeitando o travesseiro quando seguraram meu pulso... E quando eu encarei aquelas mãozinhas pequenas de dedos longos e finos eu sorri de imediato...
Era a mamãe... :)
Eu só consegui olhar para cima e agradecer ao Papa por não aceitar a companhia dela...
Por fazê-la esperar um pouco mais...
Eu não consegui conversar muito com a mamãe...
Porque ela ta meio caladinha
E foi encaminhada para uma bateria de exames...
Mas sei que ela está bem...
Eu consigo sentir isso XD
PS. Não vejo a hora de contar as novas pro Fransk...
Ele ainda não conseguiu aparecer no hospital pelo que parece...
quarta-feira, 30 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Será que homens são sempre babacas?
Hoje eu estive há poucos passos de terminar tudo com o Benjamin...
Porque... De ciúmes insuportável, ele ta passando a ser um possessivo...
E... E eu não vou mudar o que sou ou abandonar os que adoro pra satisfação dele...
Por isso se nada mudar, continuaremos...
Há poucos passos do fim...
Eu sempre soube que as coisas dariam errado quando eu chegasse em casa...
Eu podia sentir que o Benjamin estaria emputecido mesmo que sem motivos.
Mas ao contrário do que eu pensava, ele não me tratou mau...
Simplesmente agiu com indiferença a minha presença. =/
Eu primeiro fingi que não me importava...
Mas então eu lembrei da mamãe no hospital e me sentei ao lado dele...
Só que ele se afastou =/
- O que há Benjamin?!
- Nada! Afinal porque haveria alguma coisa?
- Para de agir assim... - eu pedi.
- Se agarra com aquele cretininho que sempre pisou em você, na minha frente! - ele alterou a voz - E ainda pergunta o que eu tenho? - ele indagou desligando a TV e levantou do sofá.
- Porra, Benjamin! George é meu amigo... - eu afirmei - Sempre soube disso... E sabe que não quero mais ficar com ele, porque eu te amo e é com você que eu quero casar. - eu comecei a erguer o tom de voz também. - Então para de agir como uma criança, e querer que eu o trate mal, porque quando VOCÊ sumiu... Ele foi tudo o que eu tive por aqui! - eu ataquei, porque odeio que distorçam o que fiz.
- Claro! - o Benjamin afirmou, acendendo um cigarro - Ele não podia perder a chance de passar noites e mais noites dormindo com você! - ele resmungou - E sabe-se lá fazendo mais o quê! - ele acusou.
Então eu quis morrer...
Quis chorar por estar ouvindo aquilo dele...
- Quer saber... Talvez Padrezito esteja certo quanto a nós - eu afirmei, sem conseguir encarar ele.
- Então é isso!? - ele indagou - Quer terminar tudo!? Quer terminar tudo, porque eu estou me dando o direito de lutar pelo que é meu!? Ou quer correr pro branquelo, agora que ele resolveu te esperar?
- Eu não quero correr pra ninguém... - eu me defendi - Eu quero que tudo fique bem entre nós Benjamin. - eu afirmei - Porque eu escolhi você quando tive a chance, eu te amo... E já abri mão de muita coisa pra desistir agora. - eu afirmei, segurando o choro - Eu abri mão de tudo o que eu podia por você.
- Não exatamente de tudo... - ela afirmou, olhando pra estante.
Como eu não sabia o que ele tava olhando...
Eu levantei do sofá, mas antes que eu aproximasse pra olhar...
Ele segurou na minha direção a gargantilha que o Georgito me deu.
- Não ta querendo que...
- Sim! Eu to querendo que arranque o nosso problema da sua vida.
- George não é um problema! - eu defendi o Primo.
- Sim! Ele é... - ele rebateu - Passou grande parte da sua vida, chorando por esse playboyzinho... E agora tudo que ele quer é que você volte a fazer isso! Será que não consegue ver, que ele quer você de volta, pra pisar em você outra vez!?!?? Que só age como o bonzinho, porque não suporta que você ame a mim e não a ele?
- Pois, quem parece ter medo de algo aqui é você! - eu afirmei - Porque ele não faz esse tipo de escândalo absurdo.
- Porque não tem nenhum direito Pearl! - ele rebateu - São apenas amigos, ou você deu motivos pra ele pensar que tem direito de cobrar você? - o Benji franziu o cenho de um jeito que todo o rosto dele criou umas "ruguinhas".
- Não! - eu respondi, começando a passar de magoada pra irritada - Mas saiba que não darei as costas pro George. Principalmente depois de tudo o que ele fez por mim, me ajudando com as contas, conseguindo um emprego. E adivinha, ele ta lá... O George ta sendo escravizado pelo Johnny, pra que quando minha mãe melhore... Eu possa voltar pro meu emprego.
- Um emprego do qual você não precisa - o Benjamin rebateu - Não consegue perceber, não consegue aceitar que eu voltei Pearl. Que estou aqui por você, pra cuidar de você... - ele começou a dizer baixando a voz - Não precisa mais se desgastar num trabalho, que mal dará conta dos seus gastos. Um trabalho que nunca vai deixar você ser quem era Pearl. - ele afirmava mais calmo - Eu posso cuidar dos seus gastos, durante quantas vidas você precisar e eu quero fazer isso... Até que ganhe dinheiro fazendo o que ama outra vez. - ele afirmou.
- Eu amo trabalhar com música - eu afirmei - E não preciso de um palco pra isso... Quanto ao resto... Eu entendo que está de novo agora, mas eu preciso desse emprego, porque você pode precisar sumir outra vez. - eu afirmei segurando o choro.
- E se eu te prometer nunca mais sumir!? - ele perguntou segurando minha mão.
- Sabe que não pode - eu respondi tristemente. - Agora eu preciso descansar, preciso cuidar da mamãe logo mais.
O Benjamin não disse nada...
Apenas decidiu me deixar descansar...
Ele não estava mais em casa quando eu acordei...
O único sinal que ele não foi embora assim que dormi, era o almoço que estava pronto, servido e tampado... Esperando por mim na mesa. ._.
Eu ainda me sinto chateada com ele...
Mas eu sei que as coisas vão ficar bem entre nós...
Afinal! Elas sempre ficam bem :)
PS. Ainda assim espero que ele tenha entendido como as coisas funcionam pra mim.
Porque... De ciúmes insuportável, ele ta passando a ser um possessivo...
E... E eu não vou mudar o que sou ou abandonar os que adoro pra satisfação dele...
Por isso se nada mudar, continuaremos...
Há poucos passos do fim...
Eu sempre soube que as coisas dariam errado quando eu chegasse em casa...
Eu podia sentir que o Benjamin estaria emputecido mesmo que sem motivos.
Mas ao contrário do que eu pensava, ele não me tratou mau...
Simplesmente agiu com indiferença a minha presença. =/
Eu primeiro fingi que não me importava...
Mas então eu lembrei da mamãe no hospital e me sentei ao lado dele...
Só que ele se afastou =/
- O que há Benjamin?!
- Nada! Afinal porque haveria alguma coisa?
- Para de agir assim... - eu pedi.
- Se agarra com aquele cretininho que sempre pisou em você, na minha frente! - ele alterou a voz - E ainda pergunta o que eu tenho? - ele indagou desligando a TV e levantou do sofá.
- Porra, Benjamin! George é meu amigo... - eu afirmei - Sempre soube disso... E sabe que não quero mais ficar com ele, porque eu te amo e é com você que eu quero casar. - eu comecei a erguer o tom de voz também. - Então para de agir como uma criança, e querer que eu o trate mal, porque quando VOCÊ sumiu... Ele foi tudo o que eu tive por aqui! - eu ataquei, porque odeio que distorçam o que fiz.
- Claro! - o Benjamin afirmou, acendendo um cigarro - Ele não podia perder a chance de passar noites e mais noites dormindo com você! - ele resmungou - E sabe-se lá fazendo mais o quê! - ele acusou.
Então eu quis morrer...
Quis chorar por estar ouvindo aquilo dele...
- Quer saber... Talvez Padrezito esteja certo quanto a nós - eu afirmei, sem conseguir encarar ele.
- Então é isso!? - ele indagou - Quer terminar tudo!? Quer terminar tudo, porque eu estou me dando o direito de lutar pelo que é meu!? Ou quer correr pro branquelo, agora que ele resolveu te esperar?
- Eu não quero correr pra ninguém... - eu me defendi - Eu quero que tudo fique bem entre nós Benjamin. - eu afirmei - Porque eu escolhi você quando tive a chance, eu te amo... E já abri mão de muita coisa pra desistir agora. - eu afirmei, segurando o choro - Eu abri mão de tudo o que eu podia por você.
- Não exatamente de tudo... - ela afirmou, olhando pra estante.
Como eu não sabia o que ele tava olhando...
Eu levantei do sofá, mas antes que eu aproximasse pra olhar...
Ele segurou na minha direção a gargantilha que o Georgito me deu.
- Não ta querendo que...
- Sim! Eu to querendo que arranque o nosso problema da sua vida.
- George não é um problema! - eu defendi o Primo.
- Sim! Ele é... - ele rebateu - Passou grande parte da sua vida, chorando por esse playboyzinho... E agora tudo que ele quer é que você volte a fazer isso! Será que não consegue ver, que ele quer você de volta, pra pisar em você outra vez!?!?? Que só age como o bonzinho, porque não suporta que você ame a mim e não a ele?
- Pois, quem parece ter medo de algo aqui é você! - eu afirmei - Porque ele não faz esse tipo de escândalo absurdo.
- Porque não tem nenhum direito Pearl! - ele rebateu - São apenas amigos, ou você deu motivos pra ele pensar que tem direito de cobrar você? - o Benji franziu o cenho de um jeito que todo o rosto dele criou umas "ruguinhas".
- Não! - eu respondi, começando a passar de magoada pra irritada - Mas saiba que não darei as costas pro George. Principalmente depois de tudo o que ele fez por mim, me ajudando com as contas, conseguindo um emprego. E adivinha, ele ta lá... O George ta sendo escravizado pelo Johnny, pra que quando minha mãe melhore... Eu possa voltar pro meu emprego.
- Um emprego do qual você não precisa - o Benjamin rebateu - Não consegue perceber, não consegue aceitar que eu voltei Pearl. Que estou aqui por você, pra cuidar de você... - ele começou a dizer baixando a voz - Não precisa mais se desgastar num trabalho, que mal dará conta dos seus gastos. Um trabalho que nunca vai deixar você ser quem era Pearl. - ele afirmava mais calmo - Eu posso cuidar dos seus gastos, durante quantas vidas você precisar e eu quero fazer isso... Até que ganhe dinheiro fazendo o que ama outra vez. - ele afirmou.
- Eu amo trabalhar com música - eu afirmei - E não preciso de um palco pra isso... Quanto ao resto... Eu entendo que está de novo agora, mas eu preciso desse emprego, porque você pode precisar sumir outra vez. - eu afirmei segurando o choro.
- E se eu te prometer nunca mais sumir!? - ele perguntou segurando minha mão.
- Sabe que não pode - eu respondi tristemente. - Agora eu preciso descansar, preciso cuidar da mamãe logo mais.
O Benjamin não disse nada...
Apenas decidiu me deixar descansar...
Ele não estava mais em casa quando eu acordei...
O único sinal que ele não foi embora assim que dormi, era o almoço que estava pronto, servido e tampado... Esperando por mim na mesa. ._.
Eu ainda me sinto chateada com ele...
Mas eu sei que as coisas vão ficar bem entre nós...
Afinal! Elas sempre ficam bem :)
PS. Ainda assim espero que ele tenha entendido como as coisas funcionam pra mim.
domingo, 27 de junho de 2010
As coisas não precisam ficar assim...
Odeio quando as pessoas distocem situações, ou quando elas pioram as situações sendo idiotas.
E o melhor de tudo é que todos esses elementos se juntaram durante a visita do Georgito...
No começo da tarde...
O Benjamin aprendeu a moderar o ciúme que tem do Fransk
Ainda mais depois de eu contar como o Doutor trata a mamãe :)
Só que isso não significa que ele tenha esquecido do ciúme que sente do George.
Eu concordo que o histórico dá motivos pra esse ciúme dele mas... Ah! Não dá!
E pra piorar tudo ainda tem o ciúme do Primo com o meu noivado...
Quando o Primo chegou no hospital eu tava agarrada no Benjamin...
Então antes de falar comigo, ele ficou parado...
Nos olhando com o semblante mais deprimente desse mundo...
Eu me dei conta da presença dela assim que ele chegou...
Mas o Benjamin só fez isso uns três beijos depois...
Quando eu tentei me desvencilhar do beijo, e ele se deu conta do motivo.
- O que esse infeliz faz aqui!? - ele me murmurou.
- Benjamin, ele é meu amigo não fale assim dele - eu respondi em murmúrio. - Ele veio ver como estamos eu e minha mãe - eu expliquei.
- Porque ele não ligou!? - ele indagou.
Eu só balancei a cabeça inconformada e segui na direção do Primo.
- Tudo bem de eu ficar aqui!? - o Primo indagou olhando por cima do meu ombro, na direção de um Benjamin, que provavelmente estava matando-o com os olhos.
- Claro, Primo - eu disse - É sempre bem vindo do meu lado! - eu afirmei.
E os problemas (ciúmes) que já existiam, pioraram.
Porque o Primo resolveu me abraçar, e começou a afagar meu cabelo.
Então quando ele foi beijar meu rosto, a idiota aqui se moveu e ele acabou dando um beijinho rápido no meu pescoço...
Provavelmente o Benji viu onde o beijo do George foi parar, porque ele arremessou longe o isqueiro que tava no bolso dele - provavelmente a primeira coisa que encontrou pra descontar a raiva.
- Benji! - eu exclamei assustada.
- O que houve cara!? - o George indagou também assustado.
O Benjamin cerrou os punhos...
E eu pensei que novamente haveria confusão entre os meus, mas o Benji foi "responsável".
- Até mais tarde em casa Pearl - ele disse, enquanto as veias do pescoço dele saltavam de nervoso... - Até mais tarde - ele repetiu andando de costas - Eu confio em você querida.
- Melhor assim - o idiota do George soltou, levantando a sobrancelha.
- Conversamos em casa - Benji se dirigiu a mim, um pouco mais sério.
Então por vinte minutos eu discuti com o George
Mas tudo ficou bem...
O único medo que eu tenho é o que me espera quando eu chegar em casa amanhã =/
E o melhor de tudo é que todos esses elementos se juntaram durante a visita do Georgito...
No começo da tarde...
O Benjamin aprendeu a moderar o ciúme que tem do Fransk
Ainda mais depois de eu contar como o Doutor trata a mamãe :)
Só que isso não significa que ele tenha esquecido do ciúme que sente do George.
Eu concordo que o histórico dá motivos pra esse ciúme dele mas... Ah! Não dá!
E pra piorar tudo ainda tem o ciúme do Primo com o meu noivado...
Quando o Primo chegou no hospital eu tava agarrada no Benjamin...
Então antes de falar comigo, ele ficou parado...
Nos olhando com o semblante mais deprimente desse mundo...
Eu me dei conta da presença dela assim que ele chegou...
Mas o Benjamin só fez isso uns três beijos depois...
Quando eu tentei me desvencilhar do beijo, e ele se deu conta do motivo.
- O que esse infeliz faz aqui!? - ele me murmurou.
- Benjamin, ele é meu amigo não fale assim dele - eu respondi em murmúrio. - Ele veio ver como estamos eu e minha mãe - eu expliquei.
- Porque ele não ligou!? - ele indagou.
Eu só balancei a cabeça inconformada e segui na direção do Primo.
- Tudo bem de eu ficar aqui!? - o Primo indagou olhando por cima do meu ombro, na direção de um Benjamin, que provavelmente estava matando-o com os olhos.
- Claro, Primo - eu disse - É sempre bem vindo do meu lado! - eu afirmei.
E os problemas (ciúmes) que já existiam, pioraram.
Porque o Primo resolveu me abraçar, e começou a afagar meu cabelo.
Então quando ele foi beijar meu rosto, a idiota aqui se moveu e ele acabou dando um beijinho rápido no meu pescoço...
Provavelmente o Benji viu onde o beijo do George foi parar, porque ele arremessou longe o isqueiro que tava no bolso dele - provavelmente a primeira coisa que encontrou pra descontar a raiva.
- Benji! - eu exclamei assustada.
- O que houve cara!? - o George indagou também assustado.
O Benjamin cerrou os punhos...
E eu pensei que novamente haveria confusão entre os meus, mas o Benji foi "responsável".
- Até mais tarde em casa Pearl - ele disse, enquanto as veias do pescoço dele saltavam de nervoso... - Até mais tarde - ele repetiu andando de costas - Eu confio em você querida.
- Melhor assim - o idiota do George soltou, levantando a sobrancelha.
- Conversamos em casa - Benji se dirigiu a mim, um pouco mais sério.
Então por vinte minutos eu discuti com o George
Mas tudo ficou bem...
O único medo que eu tenho é o que me espera quando eu chegar em casa amanhã =/
PS. Descobri que ainda tenho um emprego :)
George ta me substituindo por lá ._.
sábado, 26 de junho de 2010
MeDo
Eu passei toda a tarde no quarto da mamãe ontem...
Porque nós precisavamos disso depois da...
Noite retrassada...
O Benjamin foi embora no começo da noite, porque tava com uns probleminhas....
Então eu fiquei sozinha...
Folheando o álbum...
Acho que já conheço os detalhes dessas fotografias de cor
E lá estava eu folheando o álbum, quando vi o Dr.Jens entrar no quarto da mamãe carregando umas flores...
Como havia séculos que não conseguia falar com o Jens, eu acabei indo atrás dele e entrando no quarto sem autorização mesmo.
Porém, não falei com ele logo de cara...
Primeiro comecei a mexer nas flores atrás de um cartão que me confirmasse que eram presentes do Padrezito, como eu supus ao vê-las.
- Então se tornou oficial!? - ele me indagou, enquanto eu ainda mexia entre as flores.
- O quê!?
- O romance de vocês - ele disse, encarando meu lindo anel de compromisso, que figurava entre as inúmeras Frésias do vaso.
- Ah, sim! - eu confirmei sorrindo.
- E pra quando é o casamento? - ele indagou.
- Eu não sei... Não temos pressa - eu afirmei - Temos um ao outro independente do casório.
- Parabéns, Pearl - ele desejou- Se não fosse ele, nunca seria ninguém. - ele afirmou - Afinal ele não permitiria - ele afirmou.
Então ficou um silêncio estranho.
E ele começou a cuidar do soro da mamãe.
- Estranho... - eu disse cortando o silêncio - Elas não tem nenhum cartão. - eu observei, depois de observar todas as frésias.- Sabe quem as enviou!? Sabe se foi um dos meus pais?
- Não! Nenhum dos seus pais - ele negou minhas suposições - Fui eu que as comprei - ele afirmou, olhando os olhinhos da mamãe com aquelas luzinhas. - Sabe que flores são essas?
- Não! - até então eu não sabia mesmo.
- Elas são Frésias, raramente se vê uma por aqui - ele começou a explicar - São flores africanas, precisam ser importadas. Elas simbolizam proteção...
Então eu fiquei com uma carinha de "Legal! E daí!?"
- E é disso que ela precisa agora - ele "explicou" - Proteção. - ele concluiu.
- Ela piorou!? - eu indaguei. Afinal, era pra saber dela que eu estava ali.
- Não... Mas também não melhorou - ele explicou.
- Pensei que você fos...-
- Eu vou tirar sua mãe daqui - ele me impediu de cobrar ele.
Então novamente o quarto ficou em silêncio.
E enquanto eu observava as flores que o Doutor levou pra mamãe, ele agachou do lado da cama e segurou na mão dela, todo concentrado, embora eu não saiba do quê.
- Tem medo de não conseguir!? - eu indaguei.
Ele ouviu... Sei que ouviu! Mas ele não respondeu.
Na verdade continuou lá...
Segurando a mão da mamãe, "acariciando" dedo por dedo dela.
- Eu sempre soube que... - eu ia dizer, que sempre soube que ele gostava dela. Mas não deu tempo.
- Pavel... - a mamãe murmurou o nome do Papa, senão algo muito parecido.
Então o eletrocardiograma dela começou a apitar...
O Fransk soltou a mão dela, e abandonou a sala as pressas.
Eu não sei o que houve...
Eu fiquei paralizada... Eu não chorei, nem nada...
Só lembro de quando o Doutor voltou ao quarto com aquele aparelho de reanimação cardíaca, e começou a dar aqueles "trancos" na mamãe, até que tudo voltou ao normal...
Então depois que a mamãe foi salva, o Doutor abandonou o leito dela e foi até a janela...
Ele ficou por um bom tempo lá...
Parado com a mão no bolso, olhando pras ruas lá embaixo.
Se eu pudesse palpitar...
Diria que ele estava chorando...
Diria que pela primeira vez, ele acreditou que poderia falhar...
E isso me entristesse demais =/
Hoje a Alisha me ligou...
Disse que o George perguntou se pode vir ver minha mãe - como ele é bobo :)
É claro que ele pode nos ver... Oras!
Porque nós precisavamos disso depois da...
Noite retrassada...
O Benjamin foi embora no começo da noite, porque tava com uns probleminhas....
Então eu fiquei sozinha...
Folheando o álbum...
Acho que já conheço os detalhes dessas fotografias de cor
E lá estava eu folheando o álbum, quando vi o Dr.Jens entrar no quarto da mamãe carregando umas flores...
Como havia séculos que não conseguia falar com o Jens, eu acabei indo atrás dele e entrando no quarto sem autorização mesmo.
Porém, não falei com ele logo de cara...
Primeiro comecei a mexer nas flores atrás de um cartão que me confirmasse que eram presentes do Padrezito, como eu supus ao vê-las.
- Então se tornou oficial!? - ele me indagou, enquanto eu ainda mexia entre as flores.
- O quê!?
- O romance de vocês - ele disse, encarando meu lindo anel de compromisso, que figurava entre as inúmeras Frésias do vaso.
- Ah, sim! - eu confirmei sorrindo.
- E pra quando é o casamento? - ele indagou.
- Eu não sei... Não temos pressa - eu afirmei - Temos um ao outro independente do casório.
- Parabéns, Pearl - ele desejou- Se não fosse ele, nunca seria ninguém. - ele afirmou - Afinal ele não permitiria - ele afirmou.
Então ficou um silêncio estranho.
E ele começou a cuidar do soro da mamãe.
- Estranho... - eu disse cortando o silêncio - Elas não tem nenhum cartão. - eu observei, depois de observar todas as frésias.- Sabe quem as enviou!? Sabe se foi um dos meus pais?
- Não! Nenhum dos seus pais - ele negou minhas suposições - Fui eu que as comprei - ele afirmou, olhando os olhinhos da mamãe com aquelas luzinhas. - Sabe que flores são essas?
- Não! - até então eu não sabia mesmo.
- Elas são Frésias, raramente se vê uma por aqui - ele começou a explicar - São flores africanas, precisam ser importadas. Elas simbolizam proteção...
Então eu fiquei com uma carinha de "Legal! E daí!?"
- E é disso que ela precisa agora - ele "explicou" - Proteção. - ele concluiu.
- Ela piorou!? - eu indaguei. Afinal, era pra saber dela que eu estava ali.
- Não... Mas também não melhorou - ele explicou.
- Pensei que você fos...-
- Eu vou tirar sua mãe daqui - ele me impediu de cobrar ele.
Então novamente o quarto ficou em silêncio.
E enquanto eu observava as flores que o Doutor levou pra mamãe, ele agachou do lado da cama e segurou na mão dela, todo concentrado, embora eu não saiba do quê.
- Tem medo de não conseguir!? - eu indaguei.
Ele ouviu... Sei que ouviu! Mas ele não respondeu.
Na verdade continuou lá...
Segurando a mão da mamãe, "acariciando" dedo por dedo dela.
- Eu sempre soube que... - eu ia dizer, que sempre soube que ele gostava dela. Mas não deu tempo.
- Pavel... - a mamãe murmurou o nome do Papa, senão algo muito parecido.
Então o eletrocardiograma dela começou a apitar...
O Fransk soltou a mão dela, e abandonou a sala as pressas.
Eu não sei o que houve...
Eu fiquei paralizada... Eu não chorei, nem nada...
Só lembro de quando o Doutor voltou ao quarto com aquele aparelho de reanimação cardíaca, e começou a dar aqueles "trancos" na mamãe, até que tudo voltou ao normal...
Então depois que a mamãe foi salva, o Doutor abandonou o leito dela e foi até a janela...
Ele ficou por um bom tempo lá...
Parado com a mão no bolso, olhando pras ruas lá embaixo.
Se eu pudesse palpitar...
Diria que ele estava chorando...
Diria que pela primeira vez, ele acreditou que poderia falhar...
E isso me entristesse demais =/
Hoje a Alisha me ligou...
Disse que o George perguntou se pode vir ver minha mãe - como ele é bobo :)
É claro que ele pode nos ver... Oras!
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Sei que vai...
Eu continuo sem conseguir ter uma conversa de FATO com o Dr.Jens
Mas acho que isso não demora acontecer...
Já que as coisas tendem a mudar depois das...
Comparações dessa madrugada...
Eu estava cochilando e quando acordei e avistei o Sr.Castelli - sim, ele ainda existe. - Parado diante do quarto da mamãe...
Então eu olhei ao redor em busca do Benjamin...
E o encontrei sem nenhuma dificuldade...
Ele estava acordado, próximo ao elevador de conversinha com o Padrezito.
Nem parecia que existia um conflito de interesse entre os dois. 8-)
E pra evitar que o conflito fosse revivido, eu decidi que não convinha me aproximar...
Acabei me juntando ao Sr.Castelli...
Já faz um bom tempo que não o vejo e francamente nem esperava que ele aparecesse por essas bandas...
Aliás, me estranha muito que meu pai ainda não tenha aparecido também. 8-)
O que importa é que quando cheguei lá, eu percebi o que ele observava tão extasiado.
Não era a minha mãe desacordada, emergida no fundo da tristeza que a consumia.
Ele observava a minha mãe "adormecida" sendo guardada pelo seu mais novo anjo da guarda
Sim! O Fransk estava lá com a mamãe...
Em plena madrugada... Com o relógio apontando às 2 a.m. e ele estava lá.
Sentado na poltrona ao lado...
Entre o acordado e desperto...
Conferindo o pulso dela de tempo em tempo.
Tão concentrado no que fazia que sequer dava-se conta da nossa presença.
- Isso me lembra os velhos tempos - a voz do Padrezito cortou o silêncio - Não acha Castelli!?
Eu encarei o Sr.Castelli que continuou olhando pra dentro do quarto.
- A mesma vigília... É como... - ele parou pra respirar.
- Como se pudessemos voltar no tempo - o Padrezito completou - Como se o rival que nunca vencemos estivesse de volta, na forma desse Doutorzinho. - ele concluiu com um riso preso.
- Não há nada que aproxime o Dr.Jens do meu padrinho - eu me meti na conversa.
- Não! Não há... - o Sr.Castelli concordou - Mas nos entenderia se tivesse visto sua mãe e seu padrinho quando ele esteve perto de morrer. - ele afirmou.
- Ou depois que você nasceu - o Padrezito complementou.
- Se os tivesse visto 25 anos antes entenderia o que eu digo - o Sr. Castelli garantiu.
Então eu achei que não fazia sentido continuar lá, questionando o que havia de comum naquela cena com um passado tão distante.
- O que vocês tanto cochicham?! - o Benjamin indagou, abandonando o jornal na mesa.
- Sobre o Fransk e mamãe... Sobre o Papa - eu comecei a contar confusa - Eu não entendi direito - eu conclui.
- O doutorzinho é!? - ele indagou com aquele ar amargurado.
- Ele não está aqui por mim Benjamin. - eu afirmei - Está por causa dela, eu tenho certeza disso. - eu garanti.
- E você confia nisso...
- Sim!
- Confia nele cuidando da sua mãe? - ele perguntou levantando.
- Sim!
- Então vem comigo pra casa... Só hoje! - ele pediu - Sua mãe está em boas mãos, mas você... Está cansada Pearl! - ele afirmou - Vamos pra casa e me deixe cuidar de você. - ele pediu novamente.
Eu não consegui dizer: SIM!
- Por favor... - ele pediu me estendendo a mão.
Eu não consegui dizer, NÃO!
Então nós fomos pra casinha de vime...
Eu chorei por muito muito tempo...
Pensando nas possibilidades de mamãe não sair dessa.
Pensando na falta de informações que tenho tido devido ao ciúme absurdo do Benjamin.
E embora fosse necessário não houve uma D.R. entre nós
O Benjamin só me consolou e prometeu ser mais complacente quanto em relação ao Fransk.
Ele ainda está aqui no hospital...
Mas agora não está sentado do outro lado da sala com uma revistinha de sudoku.
Ele passa a maior parte do tempo do meu lado e tem se esforçado pra esconder esse ciúme idiota que ele continua tendo.
Acho que não vou conseguir tirar essa convicção dele, de que o Doutor quer me reconquistar.
Mas contanto que ele se porte tem todo direito de pensar o que for.
Não há nada entre ue e Fransk...
Nunca vai voltar a ter...
E o Benjamin cedo ou tarde vai se dar conta disso...
Sei que vai!
Mas acho que isso não demora acontecer...
Já que as coisas tendem a mudar depois das...
Comparações dessa madrugada...
Eu estava cochilando e quando acordei e avistei o Sr.Castelli - sim, ele ainda existe. - Parado diante do quarto da mamãe...
Então eu olhei ao redor em busca do Benjamin...
E o encontrei sem nenhuma dificuldade...
Ele estava acordado, próximo ao elevador de conversinha com o Padrezito.
Nem parecia que existia um conflito de interesse entre os dois. 8-)
E pra evitar que o conflito fosse revivido, eu decidi que não convinha me aproximar...
Acabei me juntando ao Sr.Castelli...
Já faz um bom tempo que não o vejo e francamente nem esperava que ele aparecesse por essas bandas...
Aliás, me estranha muito que meu pai ainda não tenha aparecido também. 8-)
O que importa é que quando cheguei lá, eu percebi o que ele observava tão extasiado.
Não era a minha mãe desacordada, emergida no fundo da tristeza que a consumia.
Ele observava a minha mãe "adormecida" sendo guardada pelo seu mais novo anjo da guarda
Sim! O Fransk estava lá com a mamãe...
Em plena madrugada... Com o relógio apontando às 2 a.m. e ele estava lá.
Sentado na poltrona ao lado...
Entre o acordado e desperto...
Conferindo o pulso dela de tempo em tempo.
Tão concentrado no que fazia que sequer dava-se conta da nossa presença.
- Isso me lembra os velhos tempos - a voz do Padrezito cortou o silêncio - Não acha Castelli!?
Eu encarei o Sr.Castelli que continuou olhando pra dentro do quarto.
- A mesma vigília... É como... - ele parou pra respirar.
- Como se pudessemos voltar no tempo - o Padrezito completou - Como se o rival que nunca vencemos estivesse de volta, na forma desse Doutorzinho. - ele concluiu com um riso preso.
- Não há nada que aproxime o Dr.Jens do meu padrinho - eu me meti na conversa.
- Não! Não há... - o Sr.Castelli concordou - Mas nos entenderia se tivesse visto sua mãe e seu padrinho quando ele esteve perto de morrer. - ele afirmou.
- Ou depois que você nasceu - o Padrezito complementou.
- Se os tivesse visto 25 anos antes entenderia o que eu digo - o Sr. Castelli garantiu.
Então eu achei que não fazia sentido continuar lá, questionando o que havia de comum naquela cena com um passado tão distante.
- O que vocês tanto cochicham?! - o Benjamin indagou, abandonando o jornal na mesa.
- Sobre o Fransk e mamãe... Sobre o Papa - eu comecei a contar confusa - Eu não entendi direito - eu conclui.
- O doutorzinho é!? - ele indagou com aquele ar amargurado.
- Ele não está aqui por mim Benjamin. - eu afirmei - Está por causa dela, eu tenho certeza disso. - eu garanti.
- E você confia nisso...
- Sim!
- Confia nele cuidando da sua mãe? - ele perguntou levantando.
- Sim!
- Então vem comigo pra casa... Só hoje! - ele pediu - Sua mãe está em boas mãos, mas você... Está cansada Pearl! - ele afirmou - Vamos pra casa e me deixe cuidar de você. - ele pediu novamente.
Eu não consegui dizer: SIM!
- Por favor... - ele pediu me estendendo a mão.
Eu não consegui dizer, NÃO!
Então nós fomos pra casinha de vime...
Eu chorei por muito muito tempo...
Pensando nas possibilidades de mamãe não sair dessa.
Pensando na falta de informações que tenho tido devido ao ciúme absurdo do Benjamin.
E embora fosse necessário não houve uma D.R. entre nós
O Benjamin só me consolou e prometeu ser mais complacente quanto em relação ao Fransk.
Ele ainda está aqui no hospital...
Mas agora não está sentado do outro lado da sala com uma revistinha de sudoku.
Ele passa a maior parte do tempo do meu lado e tem se esforçado pra esconder esse ciúme idiota que ele continua tendo.
Acho que não vou conseguir tirar essa convicção dele, de que o Doutor quer me reconquistar.
Mas contanto que ele se porte tem todo direito de pensar o que for.
Não há nada entre ue e Fransk...
Nunca vai voltar a ter...
E o Benjamin cedo ou tarde vai se dar conta disso...
Sei que vai!
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Sr.Castelli
quarta-feira, 23 de junho de 2010
E todos nonsense...
O Benjamin ainda está aqui no hospital, agindo como um completo idiota ¬¬'
Eu já não consigo falar com o Dr.Jens, porque sempre que ele aparece o Benji lembra que é meu noivo e senta do meu lado com a maior cara do mundo ¬¬''
Como se fosse matar o Doutor se ele me dirigir a palavra...
O resto do tempo ele passa como agora...
Sentado do outro lado, "fazendo sudoku"e ouvindo aos jogos da copa
Eh... Até ele escuta isso ¬¬''
E é por esse comportanento patético que o dia foi uma grande porcaria
e só não foi pior por causa da...
Visita da Alisha...
Embora deteste hospitais a Alisha finalmente veio me ver aqui...
Eu fiquei contente...
Mesmo sabendo que ela não teria vindo se não precisasse conversar.
Eu tava com aquele álbum de todos os dias no meu colo e o Benjamin tava sendo o noivo amoroso por alguns breves minutos, segurando a minha mão enquanto lia o Finalcial Times.
Então nós estavamos lá de mãos dadas e calados como nos, nem tão, velhos tempos.
Quando nós eramos apenas amigos-irmãos...
Quando o silêncio entre nós bastava para espantar nossos fantasmas.
E eu pensava que ele sempre seria meu passatempo preferido e ele já morria de amores por mim...
E bem, pensar que podemos estar recuando na nossa escala de relacionamento... =/
Ah! Como isso me entristeceeeee Ç_Ç
Mas voltando ao que interessa, a visita da Alisha...
Eu e Benjamin estavamos presos nessa cena saudosa e triste quando a Alisha apareceu e sorriu pra mim...
Aquilo teve um gosto de alívio...
Eu não sei se é a leveza de espírito que a Tamagushi tem ao sorrir, mas há nisso algo que me tranquiliza...
O que eu não posso dizer que também acontece ao Benjamin...
Afinal bastou vela pra resmungar como ontem:
- Aposto que veio a mando do branquelo - ele murmurou. E eu soube que ele tava irritad, porque ele apertou minha mão de um jeito firme.
- Vai continuar não confiando em mim!? - eu resmunguei, mas antes que ele pudesse responder a Alisha já estava ali na nossa frente.
- Olá Pearl! Olá Benjamin! - ela nos cumprimentou, a mim com um beijo a ele com um aceno. - Eu posso conversar com você Pearl!? - ela me indagou.
Então eu encarei meu noivo e tava evidente que ficar de segredinhos com a Alisha só pioraria a situação entre nós... E realmente, eu não quero que isso aconteça. ._.
- Claro... - eu autorizei - Mas eu quero que fale aqui, na presença do meu noivo. - eu afirmei, deixando a Tamagushi confusa. Porque eu nunca fui garota de me privar dos meus segredos. - Eu não tenho segredos com o Benjamin, porque ele pode confiar em mim - eu não perdi a chance de alfinetar o idiota.
Então a Alisha começou a contar porque tinha ido me ver...
E resumo foi por isso:
A escandalizadora e absurda obsessão da D.Abby por Scott Buonannotte.
Parece que a Abby realmente enlouqueceu depois dos amassos com o infeliz.
E agora tem buscado por ele em todos os lugares possíveis.
Fazendo coisas relativamente idiotas, como montar acampamento em frente a casa da minha mãe, esperando o Scott voltar pra lá... Mas ele não tem voltado, o que me leva a pergunta: Onde o Scott tem passado as noites?
Acho que vou ligar pra ele assim que o Benjamin adormecer... 8-)
Então a Alisha quer que eu resolva a situação - algo ao que o Benjamin que ouviu toda conversa não reagiu bem, sendo grosseiro com a Alisha...
Mas eu bem entendi as razões dele...
Afinal! Ele está certo quanto a falta de bom senso da Alisha em me pedir isso...
Ou ela esqueceu que minha mãe ta em estado crítico!?
Embora eu sempre tenha feito isso...
Eu não posso cuidar dos problemas dos outros agora...
Sequer posso cuidar dos meus...
A única coisa a ser cuidada é minha mãe.
E eu espero que a Alisha possa entender isso...
Eu já não consigo falar com o Dr.Jens, porque sempre que ele aparece o Benji lembra que é meu noivo e senta do meu lado com a maior cara do mundo ¬¬''
Como se fosse matar o Doutor se ele me dirigir a palavra...
O resto do tempo ele passa como agora...
Sentado do outro lado, "fazendo sudoku"e ouvindo aos jogos da copa
Eh... Até ele escuta isso ¬¬''
E é por esse comportanento patético que o dia foi uma grande porcaria
e só não foi pior por causa da...
Visita da Alisha...
Embora deteste hospitais a Alisha finalmente veio me ver aqui...
Eu fiquei contente...
Mesmo sabendo que ela não teria vindo se não precisasse conversar.
Eu tava com aquele álbum de todos os dias no meu colo e o Benjamin tava sendo o noivo amoroso por alguns breves minutos, segurando a minha mão enquanto lia o Finalcial Times.
Então nós estavamos lá de mãos dadas e calados como nos, nem tão, velhos tempos.
Quando nós eramos apenas amigos-irmãos...
Quando o silêncio entre nós bastava para espantar nossos fantasmas.
E eu pensava que ele sempre seria meu passatempo preferido e ele já morria de amores por mim...
E bem, pensar que podemos estar recuando na nossa escala de relacionamento... =/
Ah! Como isso me entristeceeeee Ç_Ç
Mas voltando ao que interessa, a visita da Alisha...
Eu e Benjamin estavamos presos nessa cena saudosa e triste quando a Alisha apareceu e sorriu pra mim...
Aquilo teve um gosto de alívio...
Eu não sei se é a leveza de espírito que a Tamagushi tem ao sorrir, mas há nisso algo que me tranquiliza...
O que eu não posso dizer que também acontece ao Benjamin...
Afinal bastou vela pra resmungar como ontem:
- Aposto que veio a mando do branquelo - ele murmurou. E eu soube que ele tava irritad, porque ele apertou minha mão de um jeito firme.
- Vai continuar não confiando em mim!? - eu resmunguei, mas antes que ele pudesse responder a Alisha já estava ali na nossa frente.
- Olá Pearl! Olá Benjamin! - ela nos cumprimentou, a mim com um beijo a ele com um aceno. - Eu posso conversar com você Pearl!? - ela me indagou.
Então eu encarei meu noivo e tava evidente que ficar de segredinhos com a Alisha só pioraria a situação entre nós... E realmente, eu não quero que isso aconteça. ._.
- Claro... - eu autorizei - Mas eu quero que fale aqui, na presença do meu noivo. - eu afirmei, deixando a Tamagushi confusa. Porque eu nunca fui garota de me privar dos meus segredos. - Eu não tenho segredos com o Benjamin, porque ele pode confiar em mim - eu não perdi a chance de alfinetar o idiota.
Então a Alisha começou a contar porque tinha ido me ver...
E resumo foi por isso:
A escandalizadora e absurda obsessão da D.Abby por Scott Buonannotte.
Parece que a Abby realmente enlouqueceu depois dos amassos com o infeliz.
E agora tem buscado por ele em todos os lugares possíveis.
Fazendo coisas relativamente idiotas, como montar acampamento em frente a casa da minha mãe, esperando o Scott voltar pra lá... Mas ele não tem voltado, o que me leva a pergunta: Onde o Scott tem passado as noites?
Acho que vou ligar pra ele assim que o Benjamin adormecer... 8-)
Então a Alisha quer que eu resolva a situação - algo ao que o Benjamin que ouviu toda conversa não reagiu bem, sendo grosseiro com a Alisha...
Mas eu bem entendi as razões dele...
Afinal! Ele está certo quanto a falta de bom senso da Alisha em me pedir isso...
Ou ela esqueceu que minha mãe ta em estado crítico!?
Embora eu sempre tenha feito isso...
Eu não posso cuidar dos problemas dos outros agora...
Sequer posso cuidar dos meus...
A única coisa a ser cuidada é minha mãe.
E eu espero que a Alisha possa entender isso...
terça-feira, 22 de junho de 2010
Isso não é hora...
Existe hora pra tudo nesse mundo...
Porém algumas pessoas ignoram isso, e sempre achei que o Benjamin não fosse uma delas...
Mas foi o que pareceu, depois da crise idiota que ele teve...
Na noite de ontem...
Como todo mundo sabe, o Dr.Jens está mega determinado há salvar minha mãe e talz...
Então ele está basicamente morando aqui no hospital...
Ele passa um turno se alternando por grande parte do hospital.
E um se dedicando exclusivamente a mamãe - ouvi dizerem que ele não recebe nada por esse.
Durante uma parte desse turno em que ele passa cuidando de Tammy Marine, nós temos conversado bastante... Quase sempre sobre ela...
Ele me explica a situação da mamãe...
Se houveram ou não progressos no estado dela.
E tudo é bem profissional e talz...
Só que o Benjamin é muito cabeça dura pra entender isso...
E é isso que fode tudo...
Ontem eu estava conversando com o Doutor quando o Benji chegou para me ver.
Ele raramente vem no hospital...
Geralmente nos vemos em casa.
Mas ontem ele resolveu passar aqui...
O que me deixou super contente, até ele ficar emburrado ao ver o Doutor falando comigo.
O clima ficou tão estranho que o Dr.Jens não demorou a se enfurnar no quarto da mamãe.
- Senta aqui amor - eu chamei Benjamin, apontando a poltrona do meu lado.
- Esse doutorzinho de novo!? - ele indagou franzindo o cenho.
- Ele é o médico da mamãe- eu defendi. - Ele me prometeu tirar ela daquela cama.
Então o Benjamin sorriu contrariado.
- Quer um bom médico pra sua mãe Pearl?! - ele indagou irritadiço - O meu pai está disposto a pagar qualquer preço pra salvar a vida dela.Não precisa desse doutorzinho...
- Eu não quero nada que venha do Padrezito! - eu retruquei - E nenhum médico teria os requisitos que o Fransk tem.
- Fransk!? Requisitos? - ele indagou ainda mais irritado.
- É... Eu confio nele Benjamin... E ele se importa! - eu defendi - Ele se importa com a minha mãe - eu garanti seguindo pra vidraça, onde eu podia ver o Fransk colocando a luzinha nos olhos da mamãe. - Ele realmente se importa, e não precisa do dinheiro de ninguém pra isso. - eu afirmei.
- Eu não acredito... - o Benji resmungou.
- Em?!
- Que está caindo na ladainha desse doutorzinho de merda - ele respondeu irritado - Ele não se importa Pearl, ele só quer conquistar você de volta. Quer que você seja grata, e volte com ele... - ele permaneceu reclamando.
CARAMBA! Benjamim não entende que eu o amo!?
- Aposto que logo mais aquele branquelo maldito, vai estar aqui também! - ele disse se referindo ao George.
- Benjamin...
- Não é verdade? - não! Não é ¬¬''
Cara... isso é hora pra bancar o ciumento?
- Quer saber... Vou ficar aqui com você, a partir de hoje. - ele concluiu - Se eles estarão aqui com a minha noiva, eu também vou estar. - ele concluiu, me magoando profundamente.
- Obrigada pela confiança - eu rebati e segui pra poltrona.
E agora estamos os dois aqui...
Benjamin está sentado na poltrona do outro lado da sala de espera, fingindo que joga Sudoku, enquanto fica me espionando...
Ele ta sendo um grande idiota ¬¬''
Mas tenho problemas demais por ora... Por isso, quero relevar isso!
Porém algumas pessoas ignoram isso, e sempre achei que o Benjamin não fosse uma delas...
Mas foi o que pareceu, depois da crise idiota que ele teve...
Na noite de ontem...
Como todo mundo sabe, o Dr.Jens está mega determinado há salvar minha mãe e talz...
Então ele está basicamente morando aqui no hospital...
Ele passa um turno se alternando por grande parte do hospital.
E um se dedicando exclusivamente a mamãe - ouvi dizerem que ele não recebe nada por esse.
Durante uma parte desse turno em que ele passa cuidando de Tammy Marine, nós temos conversado bastante... Quase sempre sobre ela...
Ele me explica a situação da mamãe...
Se houveram ou não progressos no estado dela.
E tudo é bem profissional e talz...
Só que o Benjamin é muito cabeça dura pra entender isso...
E é isso que fode tudo...
Ontem eu estava conversando com o Doutor quando o Benji chegou para me ver.
Ele raramente vem no hospital...
Geralmente nos vemos em casa.
Mas ontem ele resolveu passar aqui...
O que me deixou super contente, até ele ficar emburrado ao ver o Doutor falando comigo.
O clima ficou tão estranho que o Dr.Jens não demorou a se enfurnar no quarto da mamãe.
- Senta aqui amor - eu chamei Benjamin, apontando a poltrona do meu lado.
- Esse doutorzinho de novo!? - ele indagou franzindo o cenho.
- Ele é o médico da mamãe- eu defendi. - Ele me prometeu tirar ela daquela cama.
Então o Benjamin sorriu contrariado.
- Quer um bom médico pra sua mãe Pearl?! - ele indagou irritadiço - O meu pai está disposto a pagar qualquer preço pra salvar a vida dela.Não precisa desse doutorzinho...
- Eu não quero nada que venha do Padrezito! - eu retruquei - E nenhum médico teria os requisitos que o Fransk tem.
- Fransk!? Requisitos? - ele indagou ainda mais irritado.
- É... Eu confio nele Benjamin... E ele se importa! - eu defendi - Ele se importa com a minha mãe - eu garanti seguindo pra vidraça, onde eu podia ver o Fransk colocando a luzinha nos olhos da mamãe. - Ele realmente se importa, e não precisa do dinheiro de ninguém pra isso. - eu afirmei.
- Eu não acredito... - o Benji resmungou.
- Em?!
- Que está caindo na ladainha desse doutorzinho de merda - ele respondeu irritado - Ele não se importa Pearl, ele só quer conquistar você de volta. Quer que você seja grata, e volte com ele... - ele permaneceu reclamando.
CARAMBA! Benjamim não entende que eu o amo!?
- Aposto que logo mais aquele branquelo maldito, vai estar aqui também! - ele disse se referindo ao George.
- Benjamin...
- Não é verdade? - não! Não é ¬¬''
Cara... isso é hora pra bancar o ciumento?
- Quer saber... Vou ficar aqui com você, a partir de hoje. - ele concluiu - Se eles estarão aqui com a minha noiva, eu também vou estar. - ele concluiu, me magoando profundamente.
- Obrigada pela confiança - eu rebati e segui pra poltrona.
E agora estamos os dois aqui...
Benjamin está sentado na poltrona do outro lado da sala de espera, fingindo que joga Sudoku, enquanto fica me espionando...
Ele ta sendo um grande idiota ¬¬''
Mas tenho problemas demais por ora... Por isso, quero relevar isso!
domingo, 20 de junho de 2010
Uma grande piada, só pode...
Acabei de chegar do térreo do hospital, e bem...
Acabei de ter a conclusão mais óbvia da minha vida...
Abigail Foster é tão depravada quanto Scott Buonannotte...
Senão não haveria a...
Busca de minutos atrás...
Eu tinha saído pra ir na banca de jornal aqui perto quando cruzei com a Abby...
Na verdade não cruzei...
Ela tava parada na entrada com uma garrafa de vodca (?) em mãos.
- O italiano ta aí!? - ela indagou.
- Não! - eu respondi - Assim como a senhorita, ele está proibido de entrar no hospital, graças aquela cena erótica e grotesca que eu presenciei. - eu afirmei - E porque ta atrás dele depois daquilo?
- Quero terminar o que começamos! - ela afirmou, olhando pro alto.
- É vodca de verdade dessa vez! - eu afirmei rindo, incrédula da merda que tava ouvindo.
- É sério Pearl! - ela garantiu - Você viu o jeito que ele me tomou nos braços? Você sentiu o calor dos lábios dele na pele? - ela listava num tom viajado, entre uns suspiros de excitação, enquanto fechava os olhos - Oh, Pearl... Eu só preciso dele na minha cama. - ela prosseguiu, enquanto eu olhava com a maior cara de preocupação. - E não me olhe assim - ela riu - Juro que não me importo em dividir ele com você.
PORRA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Assim ela estrapola ¬¬''
- Abby!? - eu comecei a resmungar.
Porque dessa vez ela devia estar bêbada ou louca...
Ela tava de vestido preto...
E enquanto descrevia as sensações que o "Scott" havia infligido a ela...
A idiota segurava a barra do vestido que ia até o meio da coxa, e puxava pra cima numa voracidade dessas cenas pornôs #vergonhatotal
- Abby!? - eu bronqueei mais alto, quando as pessoas na rua começaram a olhar e cochichar.
- O que é porra? - ela indagou nervosa, largando a barra do vestido.
Então eu olhei pros lados e ela se deu conta da merda que tava fazendo...
- Só me ajuda a arrastar ele pra cama - ela concluiu - Depois, quando tudo tiver certo... Podemos sair pra uma diversão intima os quatro.
STOP! PeraÊÊÊÊÊÊ!!! Ela ta usando o Scotty de pretexto pra transar com Benjamin de novo?!? Oo''
¬¬'''''''''''''''
- Você começa a me preocupar - eu confessei, enquanto meus nervos tremiam pra não fazer uma cena enciumada. - Já pensou que pode ter problemas com sexo!?
- Como é!? - a Abby não segurou o riso quando ouviu minha pergunta.
- Pense bem, Abby! Está sendo quase processada por fazer sexo numa loja de disco, foi "sexualmente" atacada num hospital e ta atrás do idiota que te atacou, porque quer transar com ele. Estava bancando a Demi Moore a minutos atrás e ainda acaba de convidar eu e meu noivo pra transar com você e um cara que não é nada seu. - eu listei - Acha mesmo que não tem problemas com sexo!? - eu indaguei. - Isso que nem to contando o natal. - eu grunhi.
- O quê? - ela perguntou.
- Nada! Só que tem graves problemas com sexo, e a cada dia penso ainda mais que devia se tratar! - eu conclui.
E adivinhem o que ela fez?
Quis conversar seriamente? Nãooooooooooooo
Se ofendeu e ficou brava? Nãoooooooooooo
Ela simplesmente falou de SEXO novamente! :)
- E se eu trocasse o Scotty pelo George, agora que ele ta solteiro. Toparia?!
É muita merda, pra uma bêbada só.
Só que embora devesse não tive raiva só fechei o semblante.
- Ok!Ok! É uma mulher comprometida e certinha agora - ela falou em tom de menosprezo - O que importa é o italiano. Mas não vou discutir sobre libertade sexual, se você trancou sua cabeça pra isso agora! - ela afirmou.
Então ela começou a andar em direção ao centro.
Agora me diz se ela não ta sendo tão tosca quanto o Scotty!?
Aff! Não acredito que ela propôs uma saída íntima #revolta #naúseas
Bem... Depois de salvar o George das drogas...
Terei que tirar a Abby desse mundinho putônico dela 8-)
Mas agora só importa que Fransk devolva a minha mãe pra mim ._.
Acabei de ter a conclusão mais óbvia da minha vida...
Abigail Foster é tão depravada quanto Scott Buonannotte...
Senão não haveria a...
Busca de minutos atrás...
Eu tinha saído pra ir na banca de jornal aqui perto quando cruzei com a Abby...
Na verdade não cruzei...
Ela tava parada na entrada com uma garrafa de vodca (?) em mãos.
- O italiano ta aí!? - ela indagou.
- Não! - eu respondi - Assim como a senhorita, ele está proibido de entrar no hospital, graças aquela cena erótica e grotesca que eu presenciei. - eu afirmei - E porque ta atrás dele depois daquilo?
- Quero terminar o que começamos! - ela afirmou, olhando pro alto.
- É vodca de verdade dessa vez! - eu afirmei rindo, incrédula da merda que tava ouvindo.
- É sério Pearl! - ela garantiu - Você viu o jeito que ele me tomou nos braços? Você sentiu o calor dos lábios dele na pele? - ela listava num tom viajado, entre uns suspiros de excitação, enquanto fechava os olhos - Oh, Pearl... Eu só preciso dele na minha cama. - ela prosseguiu, enquanto eu olhava com a maior cara de preocupação. - E não me olhe assim - ela riu - Juro que não me importo em dividir ele com você.
PORRA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Assim ela estrapola ¬¬''
- Abby!? - eu comecei a resmungar.
Porque dessa vez ela devia estar bêbada ou louca...
Ela tava de vestido preto...
E enquanto descrevia as sensações que o "Scott" havia infligido a ela...
A idiota segurava a barra do vestido que ia até o meio da coxa, e puxava pra cima numa voracidade dessas cenas pornôs #vergonhatotal
- Abby!? - eu bronqueei mais alto, quando as pessoas na rua começaram a olhar e cochichar.
- O que é porra? - ela indagou nervosa, largando a barra do vestido.
Então eu olhei pros lados e ela se deu conta da merda que tava fazendo...
- Só me ajuda a arrastar ele pra cama - ela concluiu - Depois, quando tudo tiver certo... Podemos sair pra uma diversão intima os quatro.
STOP! PeraÊÊÊÊÊÊ!!! Ela ta usando o Scotty de pretexto pra transar com Benjamin de novo?!? Oo''
¬¬'''''''''''''''
- Você começa a me preocupar - eu confessei, enquanto meus nervos tremiam pra não fazer uma cena enciumada. - Já pensou que pode ter problemas com sexo!?
- Como é!? - a Abby não segurou o riso quando ouviu minha pergunta.
- Pense bem, Abby! Está sendo quase processada por fazer sexo numa loja de disco, foi "sexualmente" atacada num hospital e ta atrás do idiota que te atacou, porque quer transar com ele. Estava bancando a Demi Moore a minutos atrás e ainda acaba de convidar eu e meu noivo pra transar com você e um cara que não é nada seu. - eu listei - Acha mesmo que não tem problemas com sexo!? - eu indaguei. - Isso que nem to contando o natal. - eu grunhi.
- O quê? - ela perguntou.
- Nada! Só que tem graves problemas com sexo, e a cada dia penso ainda mais que devia se tratar! - eu conclui.
E adivinhem o que ela fez?
Quis conversar seriamente? Nãooooooooooooo
Se ofendeu e ficou brava? Nãoooooooooooo
Ela simplesmente falou de SEXO novamente! :)
- E se eu trocasse o Scotty pelo George, agora que ele ta solteiro. Toparia?!
É muita merda, pra uma bêbada só.
Só que embora devesse não tive raiva só fechei o semblante.
- Ok!Ok! É uma mulher comprometida e certinha agora - ela falou em tom de menosprezo - O que importa é o italiano. Mas não vou discutir sobre libertade sexual, se você trancou sua cabeça pra isso agora! - ela afirmou.
Então ela começou a andar em direção ao centro.
Agora me diz se ela não ta sendo tão tosca quanto o Scotty!?
Aff! Não acredito que ela propôs uma saída íntima #revolta #naúseas
Bem... Depois de salvar o George das drogas...
Terei que tirar a Abby desse mundinho putônico dela 8-)
Mas agora só importa que Fransk devolva a minha mãe pra mim ._.
sábado, 19 de junho de 2010
Quem é vivo sempre aparece...Pra salvar alguém ^^''
Continuo aqui no hospital, e embora a mamãe ainda esteja nesse maledito coma profundo ç_ç
Finalmente eu consegui ter um pouco de esperanças...
Graças ao surgimento de...
Um velho fantasma...
Começo avisando que desa vez não se trata do Papa... #Grazie
Então eu tava sentada com meu album no meio da tarde...
Mas dormindo que acordada...
Quando eu senti algo sobre o meu joelho e abrindo os olhos devagar eu me deparei com ele.
Um dos meus trocentos ex-namorados.
Dr. Fransk Jens Lamblet.
- Parece que nunca ouviu nada do que eu disse!? - ele comentou com um meio sorriso.
- Frans... Doutor - eu mudei o tom pra algo formal. - O que faz aqui? - eu perguntei, enquanto ele se levantava.
- Eu trabalho aqui! - ele lembrou.
- Eu to aqui porque... - eu tentava esclarecer o que houve, quando e ele me interrompeu.
- Sua mãe, eu sei! - ele afirmou - Parece que as pessoas ao seu redor, tem tendências suicidas. - ele observou.
Claramente eu fiquei puta com o comentário...
Era minha mãe dentro daquele quarto...
Embora ele esteja certo dói demais pensar assim!
- Desculpa! - ele pediu, depois de notar minha cara de poucos amigos - Senhorita Marine, não há porque se preocupar! - ele afirmou - A sua mãe vai sair dessa.
- Como pode saber?! - eu indaguei.
- Sou o médico dela agora. - ele afirmou - Assumi a responsabilidade assim que soube de quem se tratava - ele contou com as mãos no bolso do jaleco.- Por isso, vim falar com você, porque preciso de autorização da família pra cuidar dela. - ele concluiu.
- E por que quer cuidar dela? - eu indaguei.
O Fransk fez uma pausa enorme e depois de um suspiro me respondeu:
- Porque se não permitir que eu tire sua mãe daquela cama e impeça que ela concretise os planos dela. Eu me sentirei culpado por não ter feito, e você também vai se sentir assim. - ele concluiu soltando outro suspiro.
- Eu não sei... Não sei porque salvaria minha mãe - afinal ele tem todos os motivos do mundo pra me odiar.
- Salvaria sua mãe porque é nisso que consiste o meu trabalho. - ele afirmou - Porque eu me importo com ela. Porque eu conheci a mulher incrivel que ela é, e não consigo permitir que ela decline sem fazer nada. - ele afirmou.
- E por que não permite que outro médico faça? - ele indagou.
- Porque outro médico não vai se importar como eu me importo - ele defendeu - Confie em mim. - ele pediu - Se me deixar cuidar dela, sua mãe vai sair daquela cama com vida. Ou isso, ou eu nunca mais uso minha licença médica. - ele garantiu. - Eu posso não ter sido um cara legal com você, mas por favor, me deixa cuidar dela. - ele insistiu.
Ele parecia meio descontrolado, embora estivesse firme.
Tinha... Eu não sei... Era como se ele implorasse por um sim, enquanto me encarava.
- Promete que vai salvar minha mãe? - eu indaguei.
- Eu só preciso da sua autorização - ele garantiu.
Então eu o autorizei...
Agora o Doutor está lá...
Dentro do quarto da minha mãe... - na verdade ele acabou de entrar.
Eu devo ter visto ele entrando naquele quarto umas três vezes, nessa última uma hora.
Ele realmente parece determinado a tirar a mamãe daquela cama.
E eu preciso confessar que me sinto mais segura e animada agora! XD
Eu confio no Fransk...
Sei que de alguma maneira a minha mãe vai acordar e sair daquela cama.
E então eu farei o possível e o impossível para salvar ela de um "replay".
Finalmente eu consegui ter um pouco de esperanças...
Graças ao surgimento de...
Um velho fantasma...
Começo avisando que desa vez não se trata do Papa... #Grazie
Então eu tava sentada com meu album no meio da tarde...
Mas dormindo que acordada...
Quando eu senti algo sobre o meu joelho e abrindo os olhos devagar eu me deparei com ele.
Um dos meus trocentos ex-namorados.
Dr. Fransk Jens Lamblet.
- Parece que nunca ouviu nada do que eu disse!? - ele comentou com um meio sorriso.
- Frans... Doutor - eu mudei o tom pra algo formal. - O que faz aqui? - eu perguntei, enquanto ele se levantava.
- Eu trabalho aqui! - ele lembrou.
- Eu to aqui porque... - eu tentava esclarecer o que houve, quando e ele me interrompeu.
- Sua mãe, eu sei! - ele afirmou - Parece que as pessoas ao seu redor, tem tendências suicidas. - ele observou.
Claramente eu fiquei puta com o comentário...
Era minha mãe dentro daquele quarto...
Embora ele esteja certo dói demais pensar assim!
- Desculpa! - ele pediu, depois de notar minha cara de poucos amigos - Senhorita Marine, não há porque se preocupar! - ele afirmou - A sua mãe vai sair dessa.
- Como pode saber?! - eu indaguei.
- Sou o médico dela agora. - ele afirmou - Assumi a responsabilidade assim que soube de quem se tratava - ele contou com as mãos no bolso do jaleco.- Por isso, vim falar com você, porque preciso de autorização da família pra cuidar dela. - ele concluiu.
- E por que quer cuidar dela? - eu indaguei.
O Fransk fez uma pausa enorme e depois de um suspiro me respondeu:
- Porque se não permitir que eu tire sua mãe daquela cama e impeça que ela concretise os planos dela. Eu me sentirei culpado por não ter feito, e você também vai se sentir assim. - ele concluiu soltando outro suspiro.
- Eu não sei... Não sei porque salvaria minha mãe - afinal ele tem todos os motivos do mundo pra me odiar.
- Salvaria sua mãe porque é nisso que consiste o meu trabalho. - ele afirmou - Porque eu me importo com ela. Porque eu conheci a mulher incrivel que ela é, e não consigo permitir que ela decline sem fazer nada. - ele afirmou.
- E por que não permite que outro médico faça? - ele indagou.
- Porque outro médico não vai se importar como eu me importo - ele defendeu - Confie em mim. - ele pediu - Se me deixar cuidar dela, sua mãe vai sair daquela cama com vida. Ou isso, ou eu nunca mais uso minha licença médica. - ele garantiu. - Eu posso não ter sido um cara legal com você, mas por favor, me deixa cuidar dela. - ele insistiu.
Ele parecia meio descontrolado, embora estivesse firme.
Tinha... Eu não sei... Era como se ele implorasse por um sim, enquanto me encarava.
- Promete que vai salvar minha mãe? - eu indaguei.
- Eu só preciso da sua autorização - ele garantiu.
Então eu o autorizei...
Agora o Doutor está lá...
Dentro do quarto da minha mãe... - na verdade ele acabou de entrar.
Eu devo ter visto ele entrando naquele quarto umas três vezes, nessa última uma hora.
Ele realmente parece determinado a tirar a mamãe daquela cama.
E eu preciso confessar que me sinto mais segura e animada agora! XD
Eu confio no Fransk...
Sei que de alguma maneira a minha mãe vai acordar e sair daquela cama.
E então eu farei o possível e o impossível para salvar ela de um "replay".
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Abby Ninfo!?
Eu nunca mais vou voltar na loja...
E é ruim porque eu gostava do emprego, e não to largando ele porque Benjamin voltou...
Na verdade vou ter de fazer isso, por causa de...
Hormônios a flor da pele...
Lembram daquele bafafa envolvendo Abby né!?
Pois, é... Como sempre os advogados do Benji deram uma força, por isso foi bem sussa liberar ela, só que ao liberá-la o Benji teve a brilhante (?) idéia de trazer ela aqui no hospital...
E o que tem demais nisso!?
hmm... Quando eles chegaram por volta das onze, o Scotty ainda estava por essas bandas e foi ele quem os anunciou.
- Seu noivo ta aí, com sua amiga do sexo fácil! - ele disse, sem notar que Abby já estava atrás dele.
E ao invés de ignorar a Abby deu trela pro infeliz ¬¬''
- Sexo fácil ,é?! - ela indagou rindo - Quer pagar pra ver italiano!?
- Não! - ele recusou - Não tenho tempo hábil pra gastar com gente como você! - ele afirmou e a Abby ficou sem reação alguma - Eu só gasto tempo com mulheres que valham alguma coisa, não uma vadiazinha que transa no expediente. - ele disse, e a Abby cerrou os punhos. - Agora, se me der licença Laurie, eu vou pra casa e volto amanhã. - ele disse se despedindo de mim.
O Scotty já estava indo quando a Abby abriu o bocão dela e estragou tudo...
- Aposto que não daria conta - ela afirmou antes de gargalhar alto - Ou então... Não era só o seu pai que era gay! - ela concluiu sorrindo.
Então dessa vez deu a louca no Scotty, que sabe-se lá pensando em quê partiu pra cima da Abby, e segurando ela nos braços colocou ela sobre o balcão da recepcionista... que entrou em choque com a cena toda...
E... Cara...
Acho que até o Benjamin tava em choque Oo''
Eu sequer sei se aquilo foi um abuso ou foi algo consensual...
Sei que antes de virar qualquer coisa +18, os seguranças do hospital chegaram e expulsaram os dois....
Ao menos ninguém foi preso dessa vez 8-)
Agora além da Abby não poder me substituir por causa do lance com o Johnny...
O Scott ta com a entrada no hospital proibida por causa da cena toda com a Abby ¬¬''
Cara... O povo não controla os hormônios e eu que saio perdendo
AFF!!!!¬¬'
Então terei que cuidar de mamãe 2 turnos...
E entre um emprego e minha mãe...
Fácil escolher!
E é ruim porque eu gostava do emprego, e não to largando ele porque Benjamin voltou...
Na verdade vou ter de fazer isso, por causa de...
Hormônios a flor da pele...
Lembram daquele bafafa envolvendo Abby né!?
Pois, é... Como sempre os advogados do Benji deram uma força, por isso foi bem sussa liberar ela, só que ao liberá-la o Benji teve a brilhante (?) idéia de trazer ela aqui no hospital...
E o que tem demais nisso!?
hmm... Quando eles chegaram por volta das onze, o Scotty ainda estava por essas bandas e foi ele quem os anunciou.
- Seu noivo ta aí, com sua amiga do sexo fácil! - ele disse, sem notar que Abby já estava atrás dele.
E ao invés de ignorar a Abby deu trela pro infeliz ¬¬''
- Sexo fácil ,é?! - ela indagou rindo - Quer pagar pra ver italiano!?
- Não! - ele recusou - Não tenho tempo hábil pra gastar com gente como você! - ele afirmou e a Abby ficou sem reação alguma - Eu só gasto tempo com mulheres que valham alguma coisa, não uma vadiazinha que transa no expediente. - ele disse, e a Abby cerrou os punhos. - Agora, se me der licença Laurie, eu vou pra casa e volto amanhã. - ele disse se despedindo de mim.
O Scotty já estava indo quando a Abby abriu o bocão dela e estragou tudo...
- Aposto que não daria conta - ela afirmou antes de gargalhar alto - Ou então... Não era só o seu pai que era gay! - ela concluiu sorrindo.
Então dessa vez deu a louca no Scotty, que sabe-se lá pensando em quê partiu pra cima da Abby, e segurando ela nos braços colocou ela sobre o balcão da recepcionista... que entrou em choque com a cena toda...
E... Cara...
Acho que até o Benjamin tava em choque Oo''
Eu sequer sei se aquilo foi um abuso ou foi algo consensual...
Sei que antes de virar qualquer coisa +18, os seguranças do hospital chegaram e expulsaram os dois....
Ao menos ninguém foi preso dessa vez 8-)
Agora além da Abby não poder me substituir por causa do lance com o Johnny...
O Scott ta com a entrada no hospital proibida por causa da cena toda com a Abby ¬¬''
Cara... O povo não controla os hormônios e eu que saio perdendo
AFF!!!!¬¬'
Então terei que cuidar de mamãe 2 turnos...
E entre um emprego e minha mãe...
Fácil escolher!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
E lá vamos nós... de novo!
Estou no hospital agora...
Trouxe o notebook pra passar o tempo...
Mamãe ainda ta na mesma, e enquanto eu estou aqui, Benjamin está na delegacia...
Não ele não foi preso, mas ta dando uma forcinha pra soltar uma pessoinha aí...
Quem!? Hmm... Uma guria que atende pelo nome de Abigail Criso Foster!
É... Ela foi indiciada novamente.
E dessa vez não foi porrada, mas excesso de carinhos ._.
Digamos que eu sempre soube que essa substituição que ela tava fazendo, nunca funcionaria.
Abby tem uma tara incontrolável por carinhas tatuados e o Johnny - HQ - sempre teve um algo mais pela Abby, e nunca "pegou'' em respeito ao Lyn...
Então junta isso com um dia solitário + o descontrole carnal de ambos...
Processo por atentado ao pudor 8-)
O negócio foi tãoooooooooo TENSO que saiu no jornal dessa manhã.
O único lado bom disso tudo!?
Ao menos isso tirou o aspecto de "estou morrendo" do Scotty...
Ele parece estar se divertindo com a situação, tanto que passei os últimos 20 minutos ouvindo ele perguntar como eu ando com uma guria que "faz sexo com qualquer carinha com quem cruza" ¬¬'
E nem adiantou tentar explicar o resto FATO!
Agora eu vou ver a mamãe e tomar um pouco de chá...
PS. Eu só queria que mamãe melhorasse logo, não agüento ver ela assim!
Trouxe o notebook pra passar o tempo...
Mamãe ainda ta na mesma, e enquanto eu estou aqui, Benjamin está na delegacia...
Não ele não foi preso, mas ta dando uma forcinha pra soltar uma pessoinha aí...
Quem!? Hmm... Uma guria que atende pelo nome de Abigail Criso Foster!
É... Ela foi indiciada novamente.
E dessa vez não foi porrada, mas excesso de carinhos ._.
Digamos que eu sempre soube que essa substituição que ela tava fazendo, nunca funcionaria.
Abby tem uma tara incontrolável por carinhas tatuados e o Johnny - HQ - sempre teve um algo mais pela Abby, e nunca "pegou'' em respeito ao Lyn...
Então junta isso com um dia solitário + o descontrole carnal de ambos...
Processo por atentado ao pudor 8-)
O negócio foi tãoooooooooo TENSO que saiu no jornal dessa manhã.
O único lado bom disso tudo!?
Ao menos isso tirou o aspecto de "estou morrendo" do Scotty...
Ele parece estar se divertindo com a situação, tanto que passei os últimos 20 minutos ouvindo ele perguntar como eu ando com uma guria que "faz sexo com qualquer carinha com quem cruza" ¬¬'
E nem adiantou tentar explicar o resto FATO!
Agora eu vou ver a mamãe e tomar um pouco de chá...
PS. Eu só queria que mamãe melhorasse logo, não agüento ver ela assim!
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Sem grandes mudanças...
A noite foi estranha no hospital...
A minha mãe continua na mesma, incomunicável =/
A verdade é que minha estada lá, só serviu pra providenciar o...
Reencontro com meu carrasco...
Antes de eu ir montar guarda atrás de uma boa notícia, eu passei na casa da mamãe...
Eu fui atrás do nosso album de recordações...
Eu encontrei na cama dela...
Ela pensou em mim antes de querer morrer =/
Então eu o levri pro hospital e comecei a olhar as fotos e lembrar de tudo...
E aquilo apertou meu coração...
Mas mais do que nunca eu precisei ser forte e fui :)
Então eu continueii mergulhada no passado...
- Ela sempre me mostrou isso quando eu ia ver vocês - afirmaram a minha frente.
Então eu ergui a cabeça, e lá estava ele batendo com as mãos no paletó e me olhando.
Foi estranho porque depois de tudo o que aconteceu, às vezes parece que o Padrezito morreu igual ao Papa. ._.
Eu não disse nada voltei a olhar o álbum, enquanto ele sentava na poltrona do meu lado.
E ficava quieto observando as fotos que ele certamente já cansou de ver...
O silêncio perdurou até que eu encontrei a única foto em que o Benjamin aparece no álbum.
Meu aniversário de dezoito anos, onde estamos nós dois e nossos pais 8-)
- Sabe que sempre foi minha preferida né?! - ele disse o que sempre ouvi do Benjamin.
Eu ignorei...
Ele me deu as costas nesse último mês.
Eu não vou pedir colo porque ele resolveu ser piedoso comigo ._.
Porque ele resolveu estender as mãos pra menina prestes a perder a mãe. Ç_Ç
- E sabe que gosto da sua mãe... - ele concluiu.
Cara... Depois de tudo o que ela fez a ela...
As chantagens e todas essas coisas... Não dá pra ouvir isso ¬¬''
- Ela nunca...- cara, eu não podia aturar um discurso falso ¬¬''
- Ela não gosta de você Sr. Llosa - eu afirmei encarando o Padrezito com indiferença.
Então eu levantei e segui pelo corredor, até o quarto onde ela estava...
Eu fiquei olhando pelo vidro...
Fiquei imaginando por onde ela andava...
Se ela seguia as luzes que falam, se ela estava perto de encontrar o Pavel dela...
- O que você disse... - a voz do Padrezito interrompeu meus pensamentos - Eu sei! - ele afirmou, enquanto eu continuava olhando mamãe. - Essa é uma das razões que não queria que vocês ficassem juntos! - ele concluiu.
Nessa eu o fitei...
Ele olhava o anel de noivado no meu dedo...
Eu também encarei o anel e depois olhei o meu futuro sogro, uma vez mais.
Por alguns segundos eu pensei em perguntar quais eram as outras razões...
Mas isso é o que menos importa agora!
Por isso eu saí andando, eu voltei ao meu álbum...
Eu não quero que ele tenha pena de mim...
Mas estou feliz que ele esteja ali por minha mãe....
Aposto que logo mais vai aparecer o restante do povo FATO
Agora eu vou descansar...
E o trabalho!? Abby ta cuidando disso pra mim. 8-)
A minha mãe continua na mesma, incomunicável =/
A verdade é que minha estada lá, só serviu pra providenciar o...
Reencontro com meu carrasco...
Antes de eu ir montar guarda atrás de uma boa notícia, eu passei na casa da mamãe...
Eu fui atrás do nosso album de recordações...
Eu encontrei na cama dela...
Ela pensou em mim antes de querer morrer =/
Então eu o levri pro hospital e comecei a olhar as fotos e lembrar de tudo...
E aquilo apertou meu coração...
Mas mais do que nunca eu precisei ser forte e fui :)
Então eu continueii mergulhada no passado...
- Ela sempre me mostrou isso quando eu ia ver vocês - afirmaram a minha frente.
Então eu ergui a cabeça, e lá estava ele batendo com as mãos no paletó e me olhando.
Foi estranho porque depois de tudo o que aconteceu, às vezes parece que o Padrezito morreu igual ao Papa. ._.
Eu não disse nada voltei a olhar o álbum, enquanto ele sentava na poltrona do meu lado.
E ficava quieto observando as fotos que ele certamente já cansou de ver...
O silêncio perdurou até que eu encontrei a única foto em que o Benjamin aparece no álbum.
Meu aniversário de dezoito anos, onde estamos nós dois e nossos pais 8-)
- Sabe que sempre foi minha preferida né?! - ele disse o que sempre ouvi do Benjamin.
Eu ignorei...
Ele me deu as costas nesse último mês.
Eu não vou pedir colo porque ele resolveu ser piedoso comigo ._.
Porque ele resolveu estender as mãos pra menina prestes a perder a mãe. Ç_Ç
- E sabe que gosto da sua mãe... - ele concluiu.
Cara... Depois de tudo o que ela fez a ela...
As chantagens e todas essas coisas... Não dá pra ouvir isso ¬¬''
- Ela nunca...- cara, eu não podia aturar um discurso falso ¬¬''
- Ela não gosta de você Sr. Llosa - eu afirmei encarando o Padrezito com indiferença.
Então eu levantei e segui pelo corredor, até o quarto onde ela estava...
Eu fiquei olhando pelo vidro...
Fiquei imaginando por onde ela andava...
Se ela seguia as luzes que falam, se ela estava perto de encontrar o Pavel dela...
- O que você disse... - a voz do Padrezito interrompeu meus pensamentos - Eu sei! - ele afirmou, enquanto eu continuava olhando mamãe. - Essa é uma das razões que não queria que vocês ficassem juntos! - ele concluiu.
Nessa eu o fitei...
Ele olhava o anel de noivado no meu dedo...
Eu também encarei o anel e depois olhei o meu futuro sogro, uma vez mais.
Por alguns segundos eu pensei em perguntar quais eram as outras razões...
Mas isso é o que menos importa agora!
Por isso eu saí andando, eu voltei ao meu álbum...
Eu não quero que ele tenha pena de mim...
Mas estou feliz que ele esteja ali por minha mãe....
Aposto que logo mais vai aparecer o restante do povo FATO
Agora eu vou descansar...
E o trabalho!? Abby ta cuidando disso pra mim. 8-)
terça-feira, 15 de junho de 2010
Bem mais que previsível Ç_Ç
Acabei de chegar do hospital aqui da cidade...
O que eu fazia lá!? Adivinhem?
Mamãe =/
Bem... como eu explico uma situação dessas, se eu me engasgo de dor e de culpa!?
Aconteceu que tudo chegou ao ponto que eu sempre soube que chegaria, mas que nunca tentei evitar...
Eu nunca movi uma palha, pra impedir...
Minha mãe suicida...
Eu tava no trabalho, com o celular desligado por ordem do Johnny ¬¬''
O dia estava correndo muito bem...
Benjamin tinha esquecido aquele assunto de filho, e o dia lá na loja tinha tudo pra ser o mais sussa de todos...
Tinha... Só tinha mesmo...
Porque quando eu ia entrar nos meus quinze minutos de "almoço" o George entrou na loja todo em pane...
- Eu lamento prima... lamento mesmo - ele disse, sem que eu entendesse porra nenhuma - Eu te levo até lá... - ele afirmou me carregando pelo braço.
- Pera, pera, pera... - o Johnny interrompeu - Que palhaçada é essa? - ele indagou saindo da cadeira, onde ele passa o dia comendo e bebendo. -Pode voltando aqui mocinha! -ele ordenou.
- Não consegue ter o mínimo de respeito com a situação dela!? - o Primo indagou incrédulo.
- Que situação? - o Johnny indagou enfático, no que o Primo franziu as sobrancelhinhas.
- É George, que situação? - eu indaguei.
E foi quando a coisa toda começou a me preocupar...
Porque o Primo me soltou e deu uns passos pra trás.
- Então não sabe!? - ele indagou arregalando os olhinhos azuis e coçando a nuca.
- Do quÊ!? 0 eu indaguei já preocupada.
O Primo não respondeu, ele olhou pro lado como se procurasse alguém pra ajudar.
Depois ele me olhou...
- Vamo lá pro carro, eu te explico no caminho. - ele afirmou.
- Ok! - eu concordei.
Então nós fomos pro carro, mas ele continuou calado...
- George.. - eu chamei, sendo respondida por um "Ãh" - O que aconteceu?
- Ah, Prima... Eu lamento mesmo - ele começou a enrolar, até que eu comecei a socar a porta apreensiva. - É....Sua mãe!
- O que tem minha mãe!? - o pavor nos meus olhos deve ter sido obvio, porque o George comceçou a chorar assim que me encarou - George por favor, diz...
- Me ligaram agora pouco atrás de você - ele começou a contar pela parte mais longa - porque... Sua mãe ta no hospital, entre a vida e a morte! - ele soltou, num sopro sofrível. - Eu lamento mesmo... - ele continuou segurando o choro - Sei que ela me odiava, mas... É sua mãe!
- Odiava?! Ela já...-
- Eu não sei... - ele disse, enquanto eu tremia nervosa e afundava o rosto no vidro do carro.
Quando eu cheguei no hospital, o Scotty que estava mais pálido do que é...
Começou a me contar o que aconteceu...
E se desculpar por não ter evitado (hoje ele foi um cara legal)
O que houve:
Provavelmente assim que eu fui embora da casa dela duas noites atrás, ela voltou a se trancar no quarto novamente...
E aquele copo de água que eu vi ela encher, ela usou para concretizar o que os planos dela.
Porque ela se entupiu de remédio pra dormir...
E minha mãe não é burra!
Ela bem sabe onde isso ia levar ela...
Ela bem sabe que isso ia ser péssimo, que isso ia estragar tudo...
Que ela se juntaria ao Pavel dela... E tudo ficaria bem! Como ela mesma disse =/
Deus como eu sou idiota?! ¬¬''
Como eu não notei que isso ia acontecer???????????
Haviam todos os sinais... A promessa a ser cumprida, as fugas pra Humber, a despedida daquela noite... O "Te amo!", o beijo na minha testa...
EU SOU UMA GRANDE ANTA ESTÚPIDA
ME ODEIO PRA SEMPRE
EU MORRO SE ELA MORRERRRRRRR ç_ç
E então eu não consegui pensar em mais nada...
Eu só consegui ligar pro Benjamin e chorar nos braços do George, enquanto ele não aparecia.
Enquanto o Scotty sofria sozinho...
Sofria de verdade ._.
Porque no fim ele é mais filho dela do que eu
Ele a entende melhor em um mês do que fiz em 25 anos.
E eu me odeio por isso...
Eu me odeio por tudo!
Então nós passamos a noite esperando notícia...
Mas tudo continuou igual...
Minha mãe internada em coma profundo :(
E hoje os médicos replicaram que era gente demais...
Que só uma pessoa ia poder ficar por lá.
E claro que devia ser eu...
Eu sou filha dela. A única familia de verdade que ela tem aqui...
Mas o Scotty pediu pra ficar, então...
Eu acho que seria injusto tomar o lugar dele, mas combinamos que revesar nós três.
Quem é a terceira pessoa? Elly é claro!
Eu vou pra lá hoje a noite...
Elly ficará durante o dia... E Scotty mais a tarde!
E é isso...
Espero que o Papa não permita que ela vá.
Que ela me deixe agora :(
Se ele esperou tanto tempo, pode esperar mais uns anos.
E eu bem sei que seja onde ele estiver, ele não quer que ela termine assim.
O que eu fazia lá!? Adivinhem?
Mamãe =/
Bem... como eu explico uma situação dessas, se eu me engasgo de dor e de culpa!?
Aconteceu que tudo chegou ao ponto que eu sempre soube que chegaria, mas que nunca tentei evitar...
Eu nunca movi uma palha, pra impedir...
Minha mãe suicida...
Eu tava no trabalho, com o celular desligado por ordem do Johnny ¬¬''
O dia estava correndo muito bem...
Benjamin tinha esquecido aquele assunto de filho, e o dia lá na loja tinha tudo pra ser o mais sussa de todos...
Tinha... Só tinha mesmo...
Porque quando eu ia entrar nos meus quinze minutos de "almoço" o George entrou na loja todo em pane...
- Eu lamento prima... lamento mesmo - ele disse, sem que eu entendesse porra nenhuma - Eu te levo até lá... - ele afirmou me carregando pelo braço.
- Pera, pera, pera... - o Johnny interrompeu - Que palhaçada é essa? - ele indagou saindo da cadeira, onde ele passa o dia comendo e bebendo. -Pode voltando aqui mocinha! -ele ordenou.
- Não consegue ter o mínimo de respeito com a situação dela!? - o Primo indagou incrédulo.
- Que situação? - o Johnny indagou enfático, no que o Primo franziu as sobrancelhinhas.
- É George, que situação? - eu indaguei.
E foi quando a coisa toda começou a me preocupar...
Porque o Primo me soltou e deu uns passos pra trás.
- Então não sabe!? - ele indagou arregalando os olhinhos azuis e coçando a nuca.
- Do quÊ!? 0 eu indaguei já preocupada.
O Primo não respondeu, ele olhou pro lado como se procurasse alguém pra ajudar.
Depois ele me olhou...
- Vamo lá pro carro, eu te explico no caminho. - ele afirmou.
- Ok! - eu concordei.
Então nós fomos pro carro, mas ele continuou calado...
- George.. - eu chamei, sendo respondida por um "Ãh" - O que aconteceu?
- Ah, Prima... Eu lamento mesmo - ele começou a enrolar, até que eu comecei a socar a porta apreensiva. - É....Sua mãe!
- O que tem minha mãe!? - o pavor nos meus olhos deve ter sido obvio, porque o George comceçou a chorar assim que me encarou - George por favor, diz...
- Me ligaram agora pouco atrás de você - ele começou a contar pela parte mais longa - porque... Sua mãe ta no hospital, entre a vida e a morte! - ele soltou, num sopro sofrível. - Eu lamento mesmo... - ele continuou segurando o choro - Sei que ela me odiava, mas... É sua mãe!
- Odiava?! Ela já...-
- Eu não sei... - ele disse, enquanto eu tremia nervosa e afundava o rosto no vidro do carro.
Quando eu cheguei no hospital, o Scotty que estava mais pálido do que é...
Começou a me contar o que aconteceu...
E se desculpar por não ter evitado (hoje ele foi um cara legal)
O que houve:
Provavelmente assim que eu fui embora da casa dela duas noites atrás, ela voltou a se trancar no quarto novamente...
E aquele copo de água que eu vi ela encher, ela usou para concretizar o que os planos dela.
Porque ela se entupiu de remédio pra dormir...
E minha mãe não é burra!
Ela bem sabe onde isso ia levar ela...
Ela bem sabe que isso ia ser péssimo, que isso ia estragar tudo...
Que ela se juntaria ao Pavel dela... E tudo ficaria bem! Como ela mesma disse =/
Deus como eu sou idiota?! ¬¬''
Como eu não notei que isso ia acontecer???????????
Haviam todos os sinais... A promessa a ser cumprida, as fugas pra Humber, a despedida daquela noite... O "Te amo!", o beijo na minha testa...
EU SOU UMA GRANDE ANTA ESTÚPIDA
ME ODEIO PRA SEMPRE
EU MORRO SE ELA MORRERRRRRRR ç_ç
E então eu não consegui pensar em mais nada...
Eu só consegui ligar pro Benjamin e chorar nos braços do George, enquanto ele não aparecia.
Enquanto o Scotty sofria sozinho...
Sofria de verdade ._.
Porque no fim ele é mais filho dela do que eu
Ele a entende melhor em um mês do que fiz em 25 anos.
E eu me odeio por isso...
Eu me odeio por tudo!
Então nós passamos a noite esperando notícia...
Mas tudo continuou igual...
Minha mãe internada em coma profundo :(
E hoje os médicos replicaram que era gente demais...
Que só uma pessoa ia poder ficar por lá.
E claro que devia ser eu...
Eu sou filha dela. A única familia de verdade que ela tem aqui...
Mas o Scotty pediu pra ficar, então...
Eu acho que seria injusto tomar o lugar dele, mas combinamos que revesar nós três.
Quem é a terceira pessoa? Elly é claro!
Eu vou pra lá hoje a noite...
Elly ficará durante o dia... E Scotty mais a tarde!
E é isso...
Espero que o Papa não permita que ela vá.
Que ela me deixe agora :(
Se ele esperou tanto tempo, pode esperar mais uns anos.
E eu bem sei que seja onde ele estiver, ele não quer que ela termine assim.
domingo, 13 de junho de 2010
E novamente ela...
Acho que não está em tempos de eu ser mãe...
Porque ontem quando o Benjamin chegou, embora eu não tenha conseguido recuar, depois de lembrar dele me pedindo pra ser pai.
As coisas não foram aos finalmentes, pois por uma interveção divina (?) lá estava...
O Fator M...
Eu e Benjamin estávamos... estavamos :)
Quando meu celular tocou...
Eu não queria interromper a coisa toda na melhor parte...
Entonces, eu resolvi ignorar a ligação.
Só que o problema dos celulares hoje em dia, é a mania que se tem de por toques especificos pras pessoas....
Porque tudo estava beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem X_x
Quando o telefone tocou de novo...
E eu sabia quem era!
Então eu parei...
Mordi os lábios, olhei o celular e depois pro Benjamin.
E ele me olhou como quem diz: Você não vai fazer isso vai!?
- Desculpa Benji, mas é minha mãe - eu disse - Pode ser urgente!
Então ele esticou o braço e pegou o celular pra mim com a maior frustração do mundo.
- Alô! - eu atendi.
- É sua mãe, ela fez de novo! - disse a voz do Scotty do outro lado.
- Como assim de novo!? Explica direito Scotty. - eu pedi começando a dispersar minha atenção do Benji.
- Ah... Ela voltou pra'quela ponte! - ele começou a contar - Ela fez isso no meio da madrugada Laurie. - ele contou- Mas eu não queria te perturbar, porque encontrei ela rápido e eu pensei que tudo estava bem. - ele afirmava - Só que agora ela ta no quarto, desde que chegamos... Ela só abre quando eu levo um pouco de chá... - ele contava com um tom apreensivo - E giuru que non sei o que eu faço. - ele disse todo enrolado.
- Segura as pontas que eu já to indo - eu disse antes de desligar o telefone.
Eu sei..
Não devia largar o Benji, mas... É minha mãe!
- Desculpa querido, mas eu preciso ir - eu afirmei saindo de cima dele, apressada - Preciso mesmo.
- Agora??? - ele indagou assustado, era umas 1 a.m. - O que ta acontecendo?
- É minha mãe... - eu contei vestindo a camiseta que tava no criado mudo - Tem alguma coisa errada...
- Sua mãe!? - ele indagou meio rindo - Tem certeza que é sério!? - ele perguntou me puxando pela cintura - Que não pode esperar só mais um pouco?? - ele indagou deslixando os dedos na parte detrás da minha coxa.
- Sim, Benji - eu afirmei - As coisas são diferentes agora, eu não estaria saindo uma hora dessas se não fosse realmente sério! - eu afirmei, procurando a calça jeans no quarto. - Eu nunca tive um pai de fato, não quero perder a mãe que tenho. - eu completei fechando o botão da calça.
Então enquanto sentava na cama pra colocar meu all star azul, eu olhei pro Benjamin encostado na cabeceira, num ar de contínua espera...
- Eu recompenso você depois - eu murmurei perto do ouvido dele. Tentando me sentir menos culpada.
Dois minutos depois eu estava em frente ao espelho, terminando de arrumar o cabelo...
Quando o Benjamin soltou?
- Eu vou com você! - ele disse tirando o lençol de cima do corpo e levantando.
- Eu preciso ir agora - eu afirmei toda apressada, colocando minha tiara.
- Três minutos Pearl - ele afirmou - Compenso o tempo na estrada. - ele prometeu.
- Não sei, não sei... - eu comecei a murmurar, enquanto colocava o casaco.
- Olha como tá nervosa - ele afirmou - Não vou te deixar dirigir 220 milhas, nesse estado. Se alguma coisa acontece com você, como acha que eu me sentiria??- ele justificou.
Então quatro minutos depois nós saímos da casa de praia...
No caminho eu tive que explicar quem era Scotty...
Quando chegamos na mamãe, Benji ficou no carro e eu entrei...
Peguei ela na cozinha bebendo água, enquanto o coitado do Scotty dormia no sofá...
- Enfim apareceu querida - ela sorriu pra mim e seguiu até onde eu estava como um fantasma.
- Tá tudo bem mãe? -eu indaguei.
- Sim! Tudo bem - ele afirmou - Senti sua falta...
- Certeza que tá tudo bem!? - eu indaguei.
A mamãe sorriu, baixou minha cabeça e me deu um beijo na testa.
- Não se preocupe querida - ela afirmou baixinho - Vá descansar, sua velha mãe ficará bem!
Depois disso eu e Benji viemos pra cá...
Então enquanto ele descansa da noite em claro...
Eu espero a hora de ir pro trabalho :)
Se mamãe disse que tudo está bem...
Resta-me acreditar ._.
Porque ontem quando o Benjamin chegou, embora eu não tenha conseguido recuar, depois de lembrar dele me pedindo pra ser pai.
As coisas não foram aos finalmentes, pois por uma interveção divina (?) lá estava...
O Fator M...
Eu e Benjamin estávamos... estavamos :)
Quando meu celular tocou...
Eu não queria interromper a coisa toda na melhor parte...
Entonces, eu resolvi ignorar a ligação.
Só que o problema dos celulares hoje em dia, é a mania que se tem de por toques especificos pras pessoas....
Porque tudo estava beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem X_x
Quando o telefone tocou de novo...
E eu sabia quem era!
Então eu parei...
Mordi os lábios, olhei o celular e depois pro Benjamin.
E ele me olhou como quem diz: Você não vai fazer isso vai!?
- Desculpa Benji, mas é minha mãe - eu disse - Pode ser urgente!
Então ele esticou o braço e pegou o celular pra mim com a maior frustração do mundo.
- Alô! - eu atendi.
- É sua mãe, ela fez de novo! - disse a voz do Scotty do outro lado.
- Como assim de novo!? Explica direito Scotty. - eu pedi começando a dispersar minha atenção do Benji.
- Ah... Ela voltou pra'quela ponte! - ele começou a contar - Ela fez isso no meio da madrugada Laurie. - ele contou- Mas eu não queria te perturbar, porque encontrei ela rápido e eu pensei que tudo estava bem. - ele afirmava - Só que agora ela ta no quarto, desde que chegamos... Ela só abre quando eu levo um pouco de chá... - ele contava com um tom apreensivo - E giuru que non sei o que eu faço. - ele disse todo enrolado.
- Segura as pontas que eu já to indo - eu disse antes de desligar o telefone.
Eu sei..
Não devia largar o Benji, mas... É minha mãe!
- Desculpa querido, mas eu preciso ir - eu afirmei saindo de cima dele, apressada - Preciso mesmo.
- Agora??? - ele indagou assustado, era umas 1 a.m. - O que ta acontecendo?
- É minha mãe... - eu contei vestindo a camiseta que tava no criado mudo - Tem alguma coisa errada...
- Sua mãe!? - ele indagou meio rindo - Tem certeza que é sério!? - ele perguntou me puxando pela cintura - Que não pode esperar só mais um pouco?? - ele indagou deslixando os dedos na parte detrás da minha coxa.
- Sim, Benji - eu afirmei - As coisas são diferentes agora, eu não estaria saindo uma hora dessas se não fosse realmente sério! - eu afirmei, procurando a calça jeans no quarto. - Eu nunca tive um pai de fato, não quero perder a mãe que tenho. - eu completei fechando o botão da calça.
Então enquanto sentava na cama pra colocar meu all star azul, eu olhei pro Benjamin encostado na cabeceira, num ar de contínua espera...
- Eu recompenso você depois - eu murmurei perto do ouvido dele. Tentando me sentir menos culpada.
Dois minutos depois eu estava em frente ao espelho, terminando de arrumar o cabelo...
Quando o Benjamin soltou?
- Eu vou com você! - ele disse tirando o lençol de cima do corpo e levantando.
- Eu preciso ir agora - eu afirmei toda apressada, colocando minha tiara.
- Três minutos Pearl - ele afirmou - Compenso o tempo na estrada. - ele prometeu.
- Não sei, não sei... - eu comecei a murmurar, enquanto colocava o casaco.
- Olha como tá nervosa - ele afirmou - Não vou te deixar dirigir 220 milhas, nesse estado. Se alguma coisa acontece com você, como acha que eu me sentiria??- ele justificou.
Então quatro minutos depois nós saímos da casa de praia...
No caminho eu tive que explicar quem era Scotty...
Quando chegamos na mamãe, Benji ficou no carro e eu entrei...
Peguei ela na cozinha bebendo água, enquanto o coitado do Scotty dormia no sofá...
- Enfim apareceu querida - ela sorriu pra mim e seguiu até onde eu estava como um fantasma.
- Tá tudo bem mãe? -eu indaguei.
- Sim! Tudo bem - ele afirmou - Senti sua falta...
- Certeza que tá tudo bem!? - eu indaguei.
A mamãe sorriu, baixou minha cabeça e me deu um beijo na testa.
- Não se preocupe querida - ela afirmou baixinho - Vá descansar, sua velha mãe ficará bem!
Depois disso eu e Benji viemos pra cá...
Então enquanto ele descansa da noite em claro...
Eu espero a hora de ir pro trabalho :)
Se mamãe disse que tudo está bem...
Resta-me acreditar ._.
sábado, 12 de junho de 2010
E só eu fui a esquecida!
Quando eu postei hoje mais cedo eu estava toda preocupada e talz...
Por isso, eu deixei um monte de camisinha perto da cama, pra não correr o risco de acontecer de novo quando o Benjamin voltasse...
Só que eu não parei pra pensar em quais eram...
Os planos dele...
Nós estávamos deitados juntinhos embaixo dos lençóis. Ele tava me acolhendo nos braços e me fazendo carinho... *__*
- Eu posso te pedir uma coisa? - eu soltei rompendo o silêncio.
- Claro! - ele concordou.
- Promete que vai cumprir? - eu perguntei deslizando a mão na tatuagem dele.
- Depende... Pede primeiro!
- Assim... Quando a gente casar... - não sei porque era dificil pedir algo tão idiota - A nossa primeira noite pode ser no hotel que nossos pais, que eles... - antes mesmo que eu terminasse ele riu do que eu tava falando - É sério! - eu afirmei. Porque é sério!
- E porque disso? - ele indagou...
Então eu saí dos braços do meu amado noivo e expliquei a coisa mais obvia do mundo.
- Porque se não fosse aquela noite, provavelmente não estaríamos aqui hoje! - eu afirmei- Talvez nem nos conhecessemos.
- Verdade! - ele concordou.
- Então... ? - eu fiquei com cara de expectativa mordendo a boca.
- Se é pra te deixar contente, sim! - ele afirmou - Eu planejava algo melhor, mas se for te deixar feliz pode ser lá... Contanto que seja com você, não importa onde é. - Ounnn tão fofo meu noivo *__*
Então eu tive a idéia mais brilhante (?) da minha cabecinha...
- E você? - eu indaguei quando me acomodava nos braços dele.
- E eu...
- O que você quer que eu faça? - eu indaguei, ele continuou com cara de quem ta entendendo porra nenhuma - Pense, Benjamin... - eu comecei, me afastando e parando em frente a ele - Pense nisso como uma troca mútua.. - eu sugeri.
- Não precisa! - ele afirmou.
- Precisa, sim! - eu rebati, pra não dar o braço a torcer- Eu insisto... Vamos lá, pede alguma coisa pra mim. Qualquer coisa! - eu afirmei, sentando sobre o joelho. - Anda Benjamin! Pede alguma coisa... - eu insisti.
- Qualquer coisa!? - ele indagou com um ar de decisão.
- Sim! Qualquer coisa e eu faço! - eu reafirmei.
Nessa hora o Benjamin me encarou sério, me olhou de cima a baixo e segurando minha cintura murmurou no meu ouvido, o que eu nunca esperei ouvir.
- Um filho! - ele disse, acariciando a minha barriga com o polegar - Quero que tenha um filho meu Pearl - ele sussurrou colado ao meu ouvido.
Cara, meu coração parou totalmente!
Ele disse que quer um filho... Um filho!
Eu engoli aquilo a seco...
Fiquei olhando pra frente, tentando ver reformular aquilo na minha cabeça.
Então ele se afastou e me viu naquele estado de choque...
- Benji...
- Disse qualquer coisa - ele me recordou, com a mão na minha coxa.
- É... Eu disse! - eu lembrei da minha empolgação e fiquei lá parada outra vez.
Cara... Ainda não creio que ele pediu isso ._.
- Eu seria um pai tão ruim assim? - ele indagou. Isso partiu meu coração.
- Não! De forma alguma... Não é isso! E só que eu não sei se estou pronta - Eu não me sinto pronta. - Eu não sei se seria uma boa mãe.
- Seria uma mãe incrível Pearl - ele afirmou me encarando com aqueles olhos apreensivos - E eu juto, que se me der a chance... Serei o melhor pai do mundo! - ele prometeu. E os olhos dele brilharam olhando pra mim e pra minha barriga.
Então eu tive vontade de chorar...
Só que tudo foi cortado pela voz do Falcon (aquele mentiroso ¬¬'')
Então o Benjamin precisou ir...
- Qualquer coisa... - ele murmurou na minha bochecha piscando, enquanto se enrolava num roupão vermelho, pra ver o que o Falcon queria.
O Benjamin ainda não voltou
E não sei o que farei quando ele voltar...
Se bem que depois de ontem...
Ouvir que ele quer ser pai me alivia ._.
PS. Será que ele "esqueceu" de propósito?!?
Por isso, eu deixei um monte de camisinha perto da cama, pra não correr o risco de acontecer de novo quando o Benjamin voltasse...
Só que eu não parei pra pensar em quais eram...
Os planos dele...
Nós estávamos deitados juntinhos embaixo dos lençóis. Ele tava me acolhendo nos braços e me fazendo carinho... *__*
- Eu posso te pedir uma coisa? - eu soltei rompendo o silêncio.
- Claro! - ele concordou.
- Promete que vai cumprir? - eu perguntei deslizando a mão na tatuagem dele.
- Depende... Pede primeiro!
- Assim... Quando a gente casar... - não sei porque era dificil pedir algo tão idiota - A nossa primeira noite pode ser no hotel que nossos pais, que eles... - antes mesmo que eu terminasse ele riu do que eu tava falando - É sério! - eu afirmei. Porque é sério!
- E porque disso? - ele indagou...
Então eu saí dos braços do meu amado noivo e expliquei a coisa mais obvia do mundo.
- Porque se não fosse aquela noite, provavelmente não estaríamos aqui hoje! - eu afirmei- Talvez nem nos conhecessemos.
- Verdade! - ele concordou.
- Então... ? - eu fiquei com cara de expectativa mordendo a boca.
- Se é pra te deixar contente, sim! - ele afirmou - Eu planejava algo melhor, mas se for te deixar feliz pode ser lá... Contanto que seja com você, não importa onde é. - Ounnn tão fofo meu noivo *__*
Então eu tive a idéia mais brilhante (?) da minha cabecinha...
- E você? - eu indaguei quando me acomodava nos braços dele.
- E eu...
- O que você quer que eu faça? - eu indaguei, ele continuou com cara de quem ta entendendo porra nenhuma - Pense, Benjamin... - eu comecei, me afastando e parando em frente a ele - Pense nisso como uma troca mútua.. - eu sugeri.
- Não precisa! - ele afirmou.
- Precisa, sim! - eu rebati, pra não dar o braço a torcer- Eu insisto... Vamos lá, pede alguma coisa pra mim. Qualquer coisa! - eu afirmei, sentando sobre o joelho. - Anda Benjamin! Pede alguma coisa... - eu insisti.
- Qualquer coisa!? - ele indagou com um ar de decisão.
- Sim! Qualquer coisa e eu faço! - eu reafirmei.
Nessa hora o Benjamin me encarou sério, me olhou de cima a baixo e segurando minha cintura murmurou no meu ouvido, o que eu nunca esperei ouvir.
- Um filho! - ele disse, acariciando a minha barriga com o polegar - Quero que tenha um filho meu Pearl - ele sussurrou colado ao meu ouvido.
Cara, meu coração parou totalmente!
Ele disse que quer um filho... Um filho!
Eu engoli aquilo a seco...
Fiquei olhando pra frente, tentando ver reformular aquilo na minha cabeça.
Então ele se afastou e me viu naquele estado de choque...
- Benji...
- Disse qualquer coisa - ele me recordou, com a mão na minha coxa.
- É... Eu disse! - eu lembrei da minha empolgação e fiquei lá parada outra vez.
Cara... Ainda não creio que ele pediu isso ._.
- Eu seria um pai tão ruim assim? - ele indagou. Isso partiu meu coração.
- Não! De forma alguma... Não é isso! E só que eu não sei se estou pronta - Eu não me sinto pronta. - Eu não sei se seria uma boa mãe.
- Seria uma mãe incrível Pearl - ele afirmou me encarando com aqueles olhos apreensivos - E eu juto, que se me der a chance... Serei o melhor pai do mundo! - ele prometeu. E os olhos dele brilharam olhando pra mim e pra minha barriga.
Então eu tive vontade de chorar...
Só que tudo foi cortado pela voz do Falcon (aquele mentiroso ¬¬'')
Então o Benjamin precisou ir...
- Qualquer coisa... - ele murmurou na minha bochecha piscando, enquanto se enrolava num roupão vermelho, pra ver o que o Falcon queria.
O Benjamin ainda não voltou
E não sei o que farei quando ele voltar...
Se bem que depois de ontem...
Ouvir que ele quer ser pai me alivia ._.
PS. Será que ele "esqueceu" de propósito?!?
Porque eu esqueço os remédios?
Eu não vi o George hoje...
Eu não o vi porque depois da noite de ontem, Deus atendeu...
Todas as minhas preces...
Eu estava na sala vendo desenho, esperando a pipoca de microondas terminar de estourar - meu Deus tenho comido muita pipoca 8-)
Voltando... Eu estava lá, vendo aqueles desenhos toscos quando começaram a bater na porta com tudo. Como se alguém fosse morrer, então eu fui até a cozinha peguei uma faca e abri o trinco...
Bem.. por muito, muito pouco não esfaqueei o "amiguinho" do Benji
Mentira! Antes de eu erguer a faca ele segurou minha mão.
- Larga isso e vem comigo - ele ordenou.
Então eu fiquei com cara de paisagem...
- Anda garota, é coisa do seu noivo! - ele afirmou me puxando.
Então saí do apto só com o celular...
- O que tá acontecendo?! - eu indaguei enquanto descia a escada tentando alcançar o Latrel-Bolt das escadas à minha frente.
- Só me segue ok!? - ele pediu.
Então nós entramos num esportivo preto de vidro fumê.
- Faria qualquer coisa pelo Benjamin, não faria!? - ele me perguntou, então eu respondi positivamente - Então espero que entenda o que está se passando aqui! - ele disse colocando um par de óculos escuros.
Quem usa óculos escuro pra dirigir de noite ¬¬''
Esse superou o Scotty na idiotice!
- Depende... O que está se passando aqui!?
- Pegaram minha mulher, querem você em troca - ele disse, e eu ameacei num pseudo-impulso de coragem, abrir a porta do carro em movimento - Eles querem você, porque sabem que o Benjamin vai atrás de você, e se ele não for... - o infeliz deu de ombro nessa hora - Isso não é mais problema meu. Só tenho que cuidar da segurança da Foxy... - ele concluiu.
Então eu me concentrei tanto na minha tristeza que sequer notei nossa passagem pela Humber Bridge; ou por Granthan, Cambridge ou Ipswich.
Eu não vi nada que estava no caminho...
Eu só me dei conta de onde estavamos quando passamos em frente ao West Cliff Theater e vinte minutos depois estávamos na casa de praia.
- Padrezito fez isso!? - eu indaguei recuperada do choro.
- Só siga em frente, ok!? - ele sugeriu.
Então eu segui em frente...
Pronta pra morrer por....
Pronta pra viver por...
BENJAMIN *__*
Juro que quase morri de verdade - talvez nem tanto 8-) - mas meu coração veio na boca, quando eu abri a porta da sala...
E lá estava ele...
Sentado na mesma poltrona do natal *__*
Esperando por mim como fez no natal *__*
Só que sem a Abby por perto dessa vez XD
O sorriso dele ao me ver, foi daqueles automáticos e indicutivelmente sinceros *__*
Então ele desatou as mãos que estavam juntas e se levantou...
Enquanto eu que devia estar parecendo uma sapa com a cara inchada, por causa do choro anterior, fiquei com cara de idiota :0
Eu fiquei paralizada até que ele chegou bem perto e murmurou no meu ouvido:
- Eu prometi pra você que voltava!
Depois disso ele me olhou nos olhos, e mergulhando uma das mãos no meu cabelo, me puxou pra ele.
E rolou o beijo mais apaixonado que eu já dei na minha vida!
E ali eu tive certeza que todos os meus problemas estavam terminados.
- Mesmo sabendo que essas coisas podem acontecer de novo, ainda quer casar comigo?! - ele indagou sorrindo, segurando meu rosto com as mãos.
Eu que tava igual uma boba... Engolindo lágrimas e mais lágrimas de felicidade, só consegui sacudir a cabeça como uma bocó.
- Então vem morar comigo aqui! - ele me convidou assim... do nada!
- Mas... - eu lembrei da placa de venda.
- Eu comprei - ele disse como se pudesse ler meus pensamentos - Ou melhor a Foxy deu um jeito. Ela deu um jeito em tudo como sempre - ele garantiu sorrindo e olhando por cima do obro. - Ela sempre limpa a barra pra mim e pro Falcon. - ele afirmou.
Falcon! Foxy! É tipo um zoo ¬¬''
Mas isso não vem ao caso...
A questão é que não gostei dessa Foxy... Ela cheia de ajudar o Benji, e quando eu sonho em ser uma baranguinha... Eu vejo um mulherão do caramba ¬¬''
Eu fiquei tão abismada com a gostosura da tal Foxy que fiquei parada vendo ela se apoiar no marido (?) e me encarar sorrindo ¬¬''
- Então... - o Benji me chamou - Mora aqui comigo Pearl!? - ele pediu.
Então eu respirei fundo e soltei toda a realidade...
- Tantas coisas mudaram, nesse último mês - eu comecei a contar - Tem muitas coisas por lá agora... Eu tenho uma casa, um emprego - eu comecei a enumerar - Não dá pra...
- Não precisa vir agora - ele afirmou - E só quero que me responda quando se sentir pronta!
- Ok! - eu concordei - Direi sim, quando estiver pronta! - eu prometi sorrindo.
Então ele afastou meu cabelo pra trás da orelha e quando ia me beijar eu desviei delicadamente.
- Me mostra a saudade que sentiu lá no quarto - eu murmurei.
Ele sorriu com aquele sorriso pecaminoso X_x
- Falcon... Foxy... Nos dê licença - ele pediu aos outros, enquanto eu subia as escadas de mãos dadas com ele. - Mas eu preciso cuidar da minha futura esposa! - Ah!!!! Ele disse aquele esposa com tanto gosto.♥_♥
- Benjamin, ta me deixando envergonhada! - eu disse entredentes. Imagina o que aquele povo estava pensando!?
Em resposta o Benjamin apenas riu e me segurou nos braços...
Então tudo foi perfeito...
Ir pra cama com o Benjamin não é aquele complemento que cabe na caixinha...
Mas mesmo nos excessos ele não peca...
É como se ele tivesse a fórmula certa pra me deixar a dois míseros passos do céu...
E então me devolver direto pra Terra...
Com uma vontade louca de quase tocar o céu novamente... X_x
Então foi isso...
Agora ele está com o a Foxy correndo na praia.
Enquanto a noiva sedentária conta pra vocês do reencontro está blogando do pc da senhorita perfeita, que está lá com o Benji.
PS.Alguém entende essa coisa de período fértil ou não fértil...Eu acho que 3 dias depois da menstruação, ainda é infertil né!?
Porque a saudade de estar nos braços do meu Benjamin foi tanta que 8-)
Já devem imaginar né!?
PS². Eu nunca lembro de tomar remédios... Exceto os do tratamentode ICC, mas isso vai acabar quando eu ter coragem e operar ._.
Eu não o vi porque depois da noite de ontem, Deus atendeu...
Todas as minhas preces...
Eu estava na sala vendo desenho, esperando a pipoca de microondas terminar de estourar - meu Deus tenho comido muita pipoca 8-)
Voltando... Eu estava lá, vendo aqueles desenhos toscos quando começaram a bater na porta com tudo. Como se alguém fosse morrer, então eu fui até a cozinha peguei uma faca e abri o trinco...
Bem.. por muito, muito pouco não esfaqueei o "amiguinho" do Benji
Mentira! Antes de eu erguer a faca ele segurou minha mão.
- Larga isso e vem comigo - ele ordenou.
Então eu fiquei com cara de paisagem...
- Anda garota, é coisa do seu noivo! - ele afirmou me puxando.
Então saí do apto só com o celular...
- O que tá acontecendo?! - eu indaguei enquanto descia a escada tentando alcançar o Latrel-Bolt das escadas à minha frente.
- Só me segue ok!? - ele pediu.
Então nós entramos num esportivo preto de vidro fumê.
- Faria qualquer coisa pelo Benjamin, não faria!? - ele me perguntou, então eu respondi positivamente - Então espero que entenda o que está se passando aqui! - ele disse colocando um par de óculos escuros.
Quem usa óculos escuro pra dirigir de noite ¬¬''
Esse superou o Scotty na idiotice!
- Depende... O que está se passando aqui!?
- Pegaram minha mulher, querem você em troca - ele disse, e eu ameacei num pseudo-impulso de coragem, abrir a porta do carro em movimento - Eles querem você, porque sabem que o Benjamin vai atrás de você, e se ele não for... - o infeliz deu de ombro nessa hora - Isso não é mais problema meu. Só tenho que cuidar da segurança da Foxy... - ele concluiu.
Então eu me concentrei tanto na minha tristeza que sequer notei nossa passagem pela Humber Bridge; ou por Granthan, Cambridge ou Ipswich.
Eu não vi nada que estava no caminho...
Eu só me dei conta de onde estavamos quando passamos em frente ao West Cliff Theater e vinte minutos depois estávamos na casa de praia.
- Padrezito fez isso!? - eu indaguei recuperada do choro.
- Só siga em frente, ok!? - ele sugeriu.
Então eu segui em frente...
Pronta pra morrer por....
Pronta pra viver por...
BENJAMIN *__*
Juro que quase morri de verdade - talvez nem tanto 8-) - mas meu coração veio na boca, quando eu abri a porta da sala...
E lá estava ele...
Sentado na mesma poltrona do natal *__*
Esperando por mim como fez no natal *__*
Só que sem a Abby por perto dessa vez XD
O sorriso dele ao me ver, foi daqueles automáticos e indicutivelmente sinceros *__*
Então ele desatou as mãos que estavam juntas e se levantou...
Enquanto eu que devia estar parecendo uma sapa com a cara inchada, por causa do choro anterior, fiquei com cara de idiota :0
Eu fiquei paralizada até que ele chegou bem perto e murmurou no meu ouvido:
- Eu prometi pra você que voltava!
Depois disso ele me olhou nos olhos, e mergulhando uma das mãos no meu cabelo, me puxou pra ele.
E rolou o beijo mais apaixonado que eu já dei na minha vida!
E ali eu tive certeza que todos os meus problemas estavam terminados.
- Mesmo sabendo que essas coisas podem acontecer de novo, ainda quer casar comigo?! - ele indagou sorrindo, segurando meu rosto com as mãos.
Eu que tava igual uma boba... Engolindo lágrimas e mais lágrimas de felicidade, só consegui sacudir a cabeça como uma bocó.
- Então vem morar comigo aqui! - ele me convidou assim... do nada!
- Mas... - eu lembrei da placa de venda.
- Eu comprei - ele disse como se pudesse ler meus pensamentos - Ou melhor a Foxy deu um jeito. Ela deu um jeito em tudo como sempre - ele garantiu sorrindo e olhando por cima do obro. - Ela sempre limpa a barra pra mim e pro Falcon. - ele afirmou.
Falcon! Foxy! É tipo um zoo ¬¬''
Mas isso não vem ao caso...
A questão é que não gostei dessa Foxy... Ela cheia de ajudar o Benji, e quando eu sonho em ser uma baranguinha... Eu vejo um mulherão do caramba ¬¬''
Eu fiquei tão abismada com a gostosura da tal Foxy que fiquei parada vendo ela se apoiar no marido (?) e me encarar sorrindo ¬¬''
- Então... - o Benji me chamou - Mora aqui comigo Pearl!? - ele pediu.
Então eu respirei fundo e soltei toda a realidade...
- Tantas coisas mudaram, nesse último mês - eu comecei a contar - Tem muitas coisas por lá agora... Eu tenho uma casa, um emprego - eu comecei a enumerar - Não dá pra...
- Não precisa vir agora - ele afirmou - E só quero que me responda quando se sentir pronta!
- Ok! - eu concordei - Direi sim, quando estiver pronta! - eu prometi sorrindo.
Então ele afastou meu cabelo pra trás da orelha e quando ia me beijar eu desviei delicadamente.
- Me mostra a saudade que sentiu lá no quarto - eu murmurei.
Ele sorriu com aquele sorriso pecaminoso X_x
- Falcon... Foxy... Nos dê licença - ele pediu aos outros, enquanto eu subia as escadas de mãos dadas com ele. - Mas eu preciso cuidar da minha futura esposa! - Ah!!!! Ele disse aquele esposa com tanto gosto.♥_♥
- Benjamin, ta me deixando envergonhada! - eu disse entredentes. Imagina o que aquele povo estava pensando!?
Em resposta o Benjamin apenas riu e me segurou nos braços...
Então tudo foi perfeito...
Ir pra cama com o Benjamin não é aquele complemento que cabe na caixinha...
Mas mesmo nos excessos ele não peca...
É como se ele tivesse a fórmula certa pra me deixar a dois míseros passos do céu...
E então me devolver direto pra Terra...
Com uma vontade louca de quase tocar o céu novamente... X_x
Então foi isso...
Agora ele está com o a Foxy correndo na praia.
Enquanto a noiva sedentária conta pra vocês do reencontro está blogando do pc da senhorita perfeita, que está lá com o Benji.
PS.Alguém entende essa coisa de período fértil ou não fértil...Eu acho que 3 dias depois da menstruação, ainda é infertil né!?
Porque a saudade de estar nos braços do meu Benjamin foi tanta que 8-)
Já devem imaginar né!?
PS². Eu nunca lembro de tomar remédios... Exceto os do tratamentode ICC, mas isso vai acabar quando eu ter coragem e operar ._.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Loops e Dejá Vùs
Cara... Parece que todo mundo nessa cidade só pensa nessa maldita Copa.
Todo mundo exceto eu e o George...
O que foi um alívio...
Senão eu não teria com quem passar...
Meu dia de folga...
Quando eu cheguei no ensaio hoje, só estava o George sentado no chão da garagem, ouvindo música com os olhos fechados, enquanto batia no chão com a mão.
Eu fiquei uns cinco minutos ou três - não sei - olhando pra ele, antes de entrar em definitivo.
Então acho que ele me ouviu, porque ele tirou o fone e abriu um dos olhos e me encarou *_*
- Finalmente alguém - ele soltou.
- Como assim finalmente!? - eu indaguei.
- Alisha foi no dentista - ele contou - Tem um bilhete na geladeira e a Abby... Sei lá onde ela se meteu. - ele disse tirando o outro fone do ouvido. - Senta aqui! - ele me chamou, batendo no chão ao lado dele.
Nós ficamos pelo menos uma hora, sentados e conversando enquanto o som dos escoceses do Ferdinand ecoava no nosso cérebro.
- Sabe no que eu estava pensando!? - eu indaguei repentinamente.
- No quê?! - ele me questionou.
- A pracinha - eu respondi saudosa - Eu nunca mais fui lá. - tem mais de mês que não vou =/
- Eu fui umas duas vezes, quando... quando ele ainda tava por aqui - ele comentou se referindo ao Benji - mas depois desencanei de te ver por lá. - ele afirmou - Então eu não voltei à pracinha.
- Nós podiamos voltar lá qualquer dia - eu propus olhando pro teto.
- Podiamos voltar hoje - ele disse desviando os olhinhos cutiezinhos pra mim *_*
- Hoje... Quer dizer agora?!
- E porque não!? Nós esperamos por elas, se não chegaram até agora...
- É faz sentido - eu concordei.
Então nós fomos pra pracinha em que nos conhecemos...
E tudo teve aquele gosto antigo de Dejá Vù ao qual eu nunca me habituo...
Nós passamos a tarde lá...
Conversando sobre os velhos tempos e como as coisas nunca voltariam a ser como antes ._.
Enquanto ele deitava no meu colo e eu afagava o cabelo dele...
- Acha que ele ainda volta?! - ele me perguntou, obviamente se referindo ao Benji.
Então eu fiquei calada...
Porque me veio a mente todas as coisas que mamãe me disse sobre o meu pai.
- Eu não sei! - eu murmurei olhando pras nuvens escurar que avançavam pra nós. - Eu acho...
- Não precisa responder - ele afirmou em voz baixa, segundos antes de reclamar do frio que já tava me incomodando à uns 20 minutos. - Quer que eu te leve pra casa?! - ele indagou, então eu fiz que sim com a cabeça e nós fomos.
No caminho ainda passamos numa locadora e pegamos uns filmes bem Trash e antigo.
E enquanto o filme rodava no DVD nós ficamos lá...
E minha vida pareceu um filme antigo...
Uma dessas reprises épicas que ninguém se cansa de ver.
Era como se nos conhecessemos há séculos...
Como se pudessemos nos entender sem uma palavra...
E um soubesse exatamente o que o outro queria...
E as coisas perduraram assim, mesmo depois que o filme no DVD chegou aos créditos finais.
Nós permanecemos bem... Nós permaneços cúmplices...
E nosso olhos ainda sorriam alegremente quando os créditos finais acabaram e havia mais pipoca espalhada no carpete do que sobras dela no pote sobre a mesa.
E quando voltamos a realidade eu abandonei o sofá e resolvi que precisava de um banho com urgência.
Então me enfiei debaixo do chuveiro e fechei os olhos...
Durante todo o banho eu desejei que amanhã fosse diferente...
Que fosse o Benji ouvindo música na sala e o não o Georgito cantando No Buses.
E bem... eu sei que um dia vai voltar a ser.
Tem que voltar a ser =(
Agora eu to sozinha de novo...
O George não ficou muito tempo, ele foi embora às 7 p.m....
Porque ele também tem que trabalhar :)
Amanhã o dia será uma grande merda aliás!
A Inglaterra estréia na Copa do Mundo, e bem... Até o George quer ver os jogos da Inglaterra!
E o povo aqui ta tão vidrado nisso que a loja nem mesmo vai abrir...
Ordem do Johnny ¬¬''
Por isso, no máximo...
Se eu tiver um pingo de sorte o George vem me fazer companhia no fim da tarde...
Senão é Pearl alone =/
Porque até a mamãe está mobilizada pra Copa.
Ela sempre gostou de futebol e com o Scott - que só sabe assistir jogo - por lá...
Quero nem ver como está aquela casa ¬¬''
Todo mundo exceto eu e o George...
O que foi um alívio...
Senão eu não teria com quem passar...
Meu dia de folga...
Quando eu cheguei no ensaio hoje, só estava o George sentado no chão da garagem, ouvindo música com os olhos fechados, enquanto batia no chão com a mão.
Eu fiquei uns cinco minutos ou três - não sei - olhando pra ele, antes de entrar em definitivo.
Então acho que ele me ouviu, porque ele tirou o fone e abriu um dos olhos e me encarou *_*
- Finalmente alguém - ele soltou.
- Como assim finalmente!? - eu indaguei.
- Alisha foi no dentista - ele contou - Tem um bilhete na geladeira e a Abby... Sei lá onde ela se meteu. - ele disse tirando o outro fone do ouvido. - Senta aqui! - ele me chamou, batendo no chão ao lado dele.
Nós ficamos pelo menos uma hora, sentados e conversando enquanto o som dos escoceses do Ferdinand ecoava no nosso cérebro.
- Sabe no que eu estava pensando!? - eu indaguei repentinamente.
- No quê?! - ele me questionou.
- A pracinha - eu respondi saudosa - Eu nunca mais fui lá. - tem mais de mês que não vou =/
- Eu fui umas duas vezes, quando... quando ele ainda tava por aqui - ele comentou se referindo ao Benji - mas depois desencanei de te ver por lá. - ele afirmou - Então eu não voltei à pracinha.
- Nós podiamos voltar lá qualquer dia - eu propus olhando pro teto.
- Podiamos voltar hoje - ele disse desviando os olhinhos cutiezinhos pra mim *_*
- Hoje... Quer dizer agora?!
- E porque não!? Nós esperamos por elas, se não chegaram até agora...
- É faz sentido - eu concordei.
Então nós fomos pra pracinha em que nos conhecemos...
E tudo teve aquele gosto antigo de Dejá Vù ao qual eu nunca me habituo...
Nós passamos a tarde lá...
Conversando sobre os velhos tempos e como as coisas nunca voltariam a ser como antes ._.
Enquanto ele deitava no meu colo e eu afagava o cabelo dele...
- Acha que ele ainda volta?! - ele me perguntou, obviamente se referindo ao Benji.
Então eu fiquei calada...
Porque me veio a mente todas as coisas que mamãe me disse sobre o meu pai.
- Eu não sei! - eu murmurei olhando pras nuvens escurar que avançavam pra nós. - Eu acho...
- Não precisa responder - ele afirmou em voz baixa, segundos antes de reclamar do frio que já tava me incomodando à uns 20 minutos. - Quer que eu te leve pra casa?! - ele indagou, então eu fiz que sim com a cabeça e nós fomos.
No caminho ainda passamos numa locadora e pegamos uns filmes bem Trash e antigo.
E enquanto o filme rodava no DVD nós ficamos lá...
E minha vida pareceu um filme antigo...
Uma dessas reprises épicas que ninguém se cansa de ver.
Era como se nos conhecessemos há séculos...
Como se pudessemos nos entender sem uma palavra...
E um soubesse exatamente o que o outro queria...
E as coisas perduraram assim, mesmo depois que o filme no DVD chegou aos créditos finais.
Nós permanecemos bem... Nós permaneços cúmplices...
E nosso olhos ainda sorriam alegremente quando os créditos finais acabaram e havia mais pipoca espalhada no carpete do que sobras dela no pote sobre a mesa.
E quando voltamos a realidade eu abandonei o sofá e resolvi que precisava de um banho com urgência.
Então me enfiei debaixo do chuveiro e fechei os olhos...
Durante todo o banho eu desejei que amanhã fosse diferente...
Que fosse o Benji ouvindo música na sala e o não o Georgito cantando No Buses.
E bem... eu sei que um dia vai voltar a ser.
Tem que voltar a ser =(
Agora eu to sozinha de novo...
O George não ficou muito tempo, ele foi embora às 7 p.m....
Porque ele também tem que trabalhar :)
Amanhã o dia será uma grande merda aliás!
A Inglaterra estréia na Copa do Mundo, e bem... Até o George quer ver os jogos da Inglaterra!
E o povo aqui ta tão vidrado nisso que a loja nem mesmo vai abrir...
Ordem do Johnny ¬¬''
Por isso, no máximo...
Se eu tiver um pingo de sorte o George vem me fazer companhia no fim da tarde...
Senão é Pearl alone =/
Porque até a mamãe está mobilizada pra Copa.
Ela sempre gostou de futebol e com o Scott - que só sabe assistir jogo - por lá...
Quero nem ver como está aquela casa ¬¬''
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