O Benjamin continua sem aparecer ¬¬''
Mas eu resolvi que se ele quer bancar o idiota que faça isso sozinho.
Só espero que não se saia um Sr. Cooper 2 e me abandone agora que vamos ter um filho.
Mas não falemos disso...
Embora os últimos dias tenham sido uma droga pra mim, também o foram...
Pra ele...
Não! Não to falando do Benjamin.
A vidinha dele deve estar muito legal com a vadiazinha da Foxy por perto ¬¬''
O "ele" em questão é o Primo.
Eu sei que prometi que tentaria manter distância e Deus é prova de que eu tentei.
Eu fiz o que pudi pra ficar longe...
Mas o que vocês fariam, se a família de alguém tão querido, viesse clamar por ajuda na sua porta?! Ajudaria, não é?! Eu sei que sim.
Então...
Eu não pude dizer não quando a Sammy bateu na minha porta.
- Desculpa ter te pedido isso, sei que já cuidou demais dos problemas dele - ela começou a dizer, enquanto desciamos a escada do prédio - Sei que tem sua vida agora, mas eu já não sei o que eu faço. Ele não vai levantar daquele sofá, se não for você lá. - ela afirmou.
Era triste ouvir a voz dela impregnada de lágrimas. =/
- Não tem porque se desculpar - eu afirmei. E realmente não tem.
Afinal, sabemos que cedo ou tarde eu ia procurar por ele. ._.
- Eu adiei o quanto pude Pearl - ela afirmou - Mas depois de ver minha mãe sair daquele apartamento aos prantos, e ele não mover uma palha sequer pra consolá-la. Eu só pude pensar em você - ela desabafou.
Eu consenti com a cabeça.
E nós seguimos em um táxi até o apartamento no centro.
Aquele onde um dia o idiota do George se trancou pra bancar o herói de guerra.
Pois, bem! Ele mora naquele apartamento agora, e embora não queira mais bancar o herói de guerra... A situação em que o encontrei ontem, não era muito diferente do que houve naqueles tempos. ._.
Então vamos ao que se passa com Mr.George!?
O idiota tava há cerca de uma semana, trancafiado em casa.
E o seu dia tem se resumia a comer quantidades exorbitantes de açucar e assistir televisão.
Trabalhos? Ignorados.
Vida social? Inexistente
A verdade é que ele tava afundado na deprelândia.
Exceto a vez do herói de guerra.
Nunca o vi em tão mal estado .__.
Sabe pra alguém que sempre foi o playboyzinho impecável.
Ah... Era deplorável ver ele, largado naquele sofá com a barba por fazer, olhos vermelhos e inchados, cercado por caixas e mais caixas de torta holandesa e garrafas de cerveja.
Ele tava assistindo TV quando nós entramos no apartamento.
- Levanta desse sofá George - eu disse assim que entrei, ele sequer me olhou.
Continuou passando os canais, com notável desinteresse na programação.
- Vamos George, sabe que eu tenho mais... - eu ia dizer: mais o que fazer. Mas francamente, dizer isso pioraria as coisas e seria a deixa pra ele assumir o posto de rei do drama. - Vamos George - eu cutuquei ele pelo cobertor - Não sei se ainda lembra, mas tem um trabalho. - eu disse, porque embora seja um grande vagabundo. O George ama o trabalho dele, e sempre zelou muito por isso.
Só que lembrar o trabalho dele não funcionou.
Ele continuou mudando os canais da TV, até eu puxar o fio da tomada.
- Porra, George! Sua família ta preocupada - eu afirmei, tentando apontar a Sammy, mas o idiota virou de costas - Como pode ser tão egoísta? Como pode deixar sua mãe sair daqui chorando, e sua irmã ir me implorar ajuda? - nessa hora a Sammy saiu da sala.
- Ninguém se importa - ele afirmou manhoso.
- Claro que se importa.
- Só que a única pessoa importante não se importa mais. - ele rebateu.
- Não diga isso. - eu pedi, sentando na beirada do sofá e acariciando o cabelo dele.
- Não me acha bom o suficiente pra cuidar de vocês - ele me olhou de canto - E nem pra banda eu sirvo mais.
- Pera, eu defendi sua permanência! - eu me defendi atônita.
- Não foi isso que a Alisha disse.
- Eu não acredito que ela... - aqui eu parei pra respirar, de nada adiantaria um circo - Eu me importo com você. Sabe que me importo! - eu repeti, ainda afagando aquele marmanjo mimado. - Eu te quero bem, poxa! Por isso eu te quero fora dessa cama. Eu te quero curtindo e trabalhando outra vez - eu afirmei.
- Não importa - ele afirmou ainda cheio de manha.
- Vamos George - eu voltei a pedir - Você não é nenhuma criança, pára com isso tá!? Que exemplo você quer ser pro seu filho agindo desse jeito? Que espécie de pai você é? - eu indaguei.
Então ele se virou com os olhinhos azuis cintilando.
- Disse que vou ser pai!? - ele me perguntou segurando minha mão.
- É claro - eu respondi com um sorriso, ao que a Sammy entrou na sala com um olhar mega intrigado - A Leah vai ter um filho, ou você não sabia!?
- Aquele filho não é meu! - ele garantiu deitando de novo - Eu e sua irmã, a gente já não... Você sabe! Na verdade nos últimos seis meses...
- Saia dessa vida ok!? - eu o interrompi - Ou não estará em condições de jantar comigo no seu aniversário.
- Sério isso!?
- Claro! Onde quiser. - eu afirmei - Até no Prezzo se quiser.
- Londres - ele murmurou.
- Eu não aguentaria outra viagem daquela. - eu afirmei rindo. Enquanto eu sabia que a justificativa real era: O Benjamin me mataria se eu fosse, e mataria você também. - Não enjoando como tenho enjoado!
Então ele apertou minhas duas mãos e me encarou.
Depois ele afundou as mãos no meu cabelo, e me abraçou e enquanto ele me abraçava, eu senti a barba por fazer raspando na minha pele e ele respirando bem de leve perto dela X_x
Comentário inútil do post: O suor do George é tão suave...
Tão diferente do cheiro do Benjamin .__.
Prosseguindo, ele me abraçou por um tempo...
- Obrigado por voltar pra mim - ele agradeceu bem baixinho.
- Eu sempre volto pra você, sabe disso - eu sussurrei em resposta. -Eu sempre volto pra você. - eu murmurei mais pra mim que pra ele.
O Primo me abraçou com mais força.
- Então fica aqui...Traz suas coisas e fica aqui comigo. -ele murmurou no meu ouvido.
- Eu não posso - eu respondi, me sentindo engasgada com a resposta - Só me promete que vai levantar dessa cama. - eu pedi - Agora levanta daí, eu tenho que ir pro trabalho. - eu disse beijando o rosto barbado do Primo - E faz essa barba, ok!? Fica bem melhor sem ela. - eu afirmei, me apressando em sair.
Então eu fui pra loja.
Eu preferi não me despedir da Sammy.
Ela teria perguntas demais a fazer, eu teria respostas de menos.
E já basta que eu não tenha minhas próprias respostas.
Então dia 13 lá estarei eu...
Em algum restaurante de Hull na fabulosa companhia de Mr.George ^^'
Mas eu resolvi que se ele quer bancar o idiota que faça isso sozinho.
Só espero que não se saia um Sr. Cooper 2 e me abandone agora que vamos ter um filho.
Mas não falemos disso...
Embora os últimos dias tenham sido uma droga pra mim, também o foram...
Pra ele...
Não! Não to falando do Benjamin.
A vidinha dele deve estar muito legal com a vadiazinha da Foxy por perto ¬¬''
O "ele" em questão é o Primo.
Eu sei que prometi que tentaria manter distância e Deus é prova de que eu tentei.
Eu fiz o que pudi pra ficar longe...
Mas o que vocês fariam, se a família de alguém tão querido, viesse clamar por ajuda na sua porta?! Ajudaria, não é?! Eu sei que sim.
Então...
Eu não pude dizer não quando a Sammy bateu na minha porta.
- Desculpa ter te pedido isso, sei que já cuidou demais dos problemas dele - ela começou a dizer, enquanto desciamos a escada do prédio - Sei que tem sua vida agora, mas eu já não sei o que eu faço. Ele não vai levantar daquele sofá, se não for você lá. - ela afirmou.
Era triste ouvir a voz dela impregnada de lágrimas. =/
- Não tem porque se desculpar - eu afirmei. E realmente não tem.
Afinal, sabemos que cedo ou tarde eu ia procurar por ele. ._.
- Eu adiei o quanto pude Pearl - ela afirmou - Mas depois de ver minha mãe sair daquele apartamento aos prantos, e ele não mover uma palha sequer pra consolá-la. Eu só pude pensar em você - ela desabafou.
Eu consenti com a cabeça.
E nós seguimos em um táxi até o apartamento no centro.
Aquele onde um dia o idiota do George se trancou pra bancar o herói de guerra.
Pois, bem! Ele mora naquele apartamento agora, e embora não queira mais bancar o herói de guerra... A situação em que o encontrei ontem, não era muito diferente do que houve naqueles tempos. ._.
Então vamos ao que se passa com Mr.George!?
O idiota tava há cerca de uma semana, trancafiado em casa.
E o seu dia tem se resumia a comer quantidades exorbitantes de açucar e assistir televisão.
Trabalhos? Ignorados.
Vida social? Inexistente
A verdade é que ele tava afundado na deprelândia.
Exceto a vez do herói de guerra.
Nunca o vi em tão mal estado .__.
Sabe pra alguém que sempre foi o playboyzinho impecável.
Ah... Era deplorável ver ele, largado naquele sofá com a barba por fazer, olhos vermelhos e inchados, cercado por caixas e mais caixas de torta holandesa e garrafas de cerveja.
Ele tava assistindo TV quando nós entramos no apartamento.
- Levanta desse sofá George - eu disse assim que entrei, ele sequer me olhou.
Continuou passando os canais, com notável desinteresse na programação.
- Vamos George, sabe que eu tenho mais... - eu ia dizer: mais o que fazer. Mas francamente, dizer isso pioraria as coisas e seria a deixa pra ele assumir o posto de rei do drama. - Vamos George - eu cutuquei ele pelo cobertor - Não sei se ainda lembra, mas tem um trabalho. - eu disse, porque embora seja um grande vagabundo. O George ama o trabalho dele, e sempre zelou muito por isso.
Só que lembrar o trabalho dele não funcionou.
Ele continuou mudando os canais da TV, até eu puxar o fio da tomada.
- Porra, George! Sua família ta preocupada - eu afirmei, tentando apontar a Sammy, mas o idiota virou de costas - Como pode ser tão egoísta? Como pode deixar sua mãe sair daqui chorando, e sua irmã ir me implorar ajuda? - nessa hora a Sammy saiu da sala.
- Ninguém se importa - ele afirmou manhoso.
- Claro que se importa.
- Só que a única pessoa importante não se importa mais. - ele rebateu.
- Não diga isso. - eu pedi, sentando na beirada do sofá e acariciando o cabelo dele.
- Não me acha bom o suficiente pra cuidar de vocês - ele me olhou de canto - E nem pra banda eu sirvo mais.
- Pera, eu defendi sua permanência! - eu me defendi atônita.
- Não foi isso que a Alisha disse.
- Eu não acredito que ela... - aqui eu parei pra respirar, de nada adiantaria um circo - Eu me importo com você. Sabe que me importo! - eu repeti, ainda afagando aquele marmanjo mimado. - Eu te quero bem, poxa! Por isso eu te quero fora dessa cama. Eu te quero curtindo e trabalhando outra vez - eu afirmei.
- Não importa - ele afirmou ainda cheio de manha.
- Vamos George - eu voltei a pedir - Você não é nenhuma criança, pára com isso tá!? Que exemplo você quer ser pro seu filho agindo desse jeito? Que espécie de pai você é? - eu indaguei.
Então ele se virou com os olhinhos azuis cintilando.
- Disse que vou ser pai!? - ele me perguntou segurando minha mão.
- É claro - eu respondi com um sorriso, ao que a Sammy entrou na sala com um olhar mega intrigado - A Leah vai ter um filho, ou você não sabia!?
- Aquele filho não é meu! - ele garantiu deitando de novo - Eu e sua irmã, a gente já não... Você sabe! Na verdade nos últimos seis meses...
- Saia dessa vida ok!? - eu o interrompi - Ou não estará em condições de jantar comigo no seu aniversário.
- Sério isso!?
- Claro! Onde quiser. - eu afirmei - Até no Prezzo se quiser.
- Londres - ele murmurou.
- Eu não aguentaria outra viagem daquela. - eu afirmei rindo. Enquanto eu sabia que a justificativa real era: O Benjamin me mataria se eu fosse, e mataria você também. - Não enjoando como tenho enjoado!
Então ele apertou minhas duas mãos e me encarou.
Depois ele afundou as mãos no meu cabelo, e me abraçou e enquanto ele me abraçava, eu senti a barba por fazer raspando na minha pele e ele respirando bem de leve perto dela X_x
Comentário inútil do post: O suor do George é tão suave...
Tão diferente do cheiro do Benjamin .__.
Prosseguindo, ele me abraçou por um tempo...
- Obrigado por voltar pra mim - ele agradeceu bem baixinho.
- Eu sempre volto pra você, sabe disso - eu sussurrei em resposta. -Eu sempre volto pra você. - eu murmurei mais pra mim que pra ele.
O Primo me abraçou com mais força.
- Então fica aqui...Traz suas coisas e fica aqui comigo. -ele murmurou no meu ouvido.
- Eu não posso - eu respondi, me sentindo engasgada com a resposta - Só me promete que vai levantar dessa cama. - eu pedi - Agora levanta daí, eu tenho que ir pro trabalho. - eu disse beijando o rosto barbado do Primo - E faz essa barba, ok!? Fica bem melhor sem ela. - eu afirmei, me apressando em sair.
Então eu fui pra loja.
Eu preferi não me despedir da Sammy.
Ela teria perguntas demais a fazer, eu teria respostas de menos.
E já basta que eu não tenha minhas próprias respostas.
Então dia 13 lá estarei eu...
Em algum restaurante de Hull na fabulosa companhia de Mr.George ^^'
3 comentários:
AAAFF mais ele está MUITOOO mimado fala sério! ele precisa tomar um chacoalhão fala sérooo! está começando a me irritar realmente!! e enquanto ao Benjamin de o tempo que ele precisa! o que você fez não foi pouca coisa!!:/
bjos
mandava ele se fuder ¬¬'
vc é idiota, por isso ele é assim
ele tava bem acompanhado huahuaha
concordo com o que Doug disse: vc é muito aberta a ele, por isso ele abusa
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